Edição nº 1052 12.01 Ver ediçõs anteriores

Entrevista

Antonio Delfim Netto, economista

“O Lula tem de ser vencido na urna para deixar claro que ele representa a minoria”

Gabriel Reis

“O Lula tem de ser vencido na urna para deixar claro que ele representa a minoria”

Luís Artur Nogueira
Edição 01.09.2017 - nº 1034

Sempre que está em São Paulo, o presidente Michel Temer tenta abrir um espaço na agenda para trocar ideias com um dos seus conselheiros preferidos, o economista Antonio Delfim Netto. Aos 89 anos, o ex-ministro da Fazenda continua cumprindo uma agenda atribulada, que inclui palestras, consultorias e reuniões em seu escritório, num casarão ao lado do estádio do Pacaembu, em São Paulo. “Se o presidente me chama para filar boia, eu não recuso”, brinca Delfim Netto, após conceder entrevista à DINHEIRO, na segunda-feira 28. O ex-ministro aprova o programa de privatizações do governo Temer, incluindo a Eletrobras. Ele discorda de quem considera que o plano fiscal do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, falhou e avalia que os eleitores terão de decidir, em 2018, qual rumo o País tomará. “O Brasil quer ser medíocre? Então tem de ser medíocre até aprender a votar direito”, afirma Delfim Netto. Para ele, o Brasil ficará ingovernável se o ex-presidente Lula for impedido pela Justiça de disputar as eleições. “O Lula tem de ser vencido nas urnas”, diz ele.

DINHEIRO – O que o sr. achou do anúncio da privatização da Eletrobras?

ANTONIO DELFIM NETTO – Não há outra alternativa. É um erro imaginar que qualquer empresa estatal tem de ser necessariamente inferior a uma empresa privada. O problema é que uma empresa estatal sempre tem interferência política, o que reduz a sua eficiência. Para funcionar bem, a empresa estatal exige uma burocracia ascética, honesta, competente, o que é impossível num presidencialismo de coalização. A Eletrobras estava mal das pernas e a MP 579, que mudou as regras do mercado elétrico, no governo Dilma Rousseff, acabou destruindo tudo.

DINHEIRO – A propósito, a ex-presidente Dilma Rousseff criticou o anúncio da privatização…

DELFIM NETTO – Pior é que ela ainda está falando. De qualquer forma, eu acho que foi uma medida correta. É preciso enxugar o Estado para que o Estado se dedique aos temas fundamentais, como saúde, educação, segurança. Tudo isso não cabe mais dentro do Estado.

DINHEIRO – O plano contém 57 ativos. Não é um exagero?

DELFIM NETTO – É preciso tomar muito cuidado. Eu achei muito grande o plano, mas é uma boa indicação. O que não pode é usar os recursos das privatizações para pagar salário do funcionalismo. É preciso rapidamente dar eficiência para as agências reguladoras e apresentar projetos factíveis. Não dá para ter regras mais ou menos estabelecidas. Tem de apresentar o projeto completo. Não sabemos direito como será a modelagem da Eletrobras. Há dúvidas muito sérias sobre se não é preciso uma lei para permitir que o Estado fique com menos de 50% da empresa. Mas tudo isso será resolvido. Só um governo com muito pouca aprovação teria a coragem de fazer o que o Temer fez. O Temer, na verdade, mexeu num ninho de cobras. A quem pertencem, na prática, as estatais? Aos políticos desonestos.

DINHEIRO – A nova lei das estatais vai melhorar a gestão?

DELFIM NETTO – Deve melhorar, mas, até agora, a lei não foi seguida. O Temer foi muito corajoso, pois vai enfrentar os políticos, o funcionalismo das estatais e os seus sindicatos, que estão acostumados a beber o leitinho morno das estatais. A sociedade será obrigada a discutir se quer ou não quer. Isso é muito bom. Na eleição de 2018, o Brasil vai ter de decidir o que quer ser: um país vagabundo ou um país com condições de crescer.

DINHEIRO – O sr. acha que haverá espaço para debater outras privatizações como Petrobras e Banco do Brasil?

DELFIM NETTO – Não. A Petrobras está sob uma intervenção muito boa. O que mostra que quando há um administrador asceta e honesto, a estatal pode até competir com o setor privado. Só que isso é uma grande raridade. Pedro Parente [presidente da Petrobras] é uma espécie raríssima.

DINHEIRO – E o Banco do Brasil?

DELFIM NETTO – O Banco do Brasil é uma instituição que se preza. O banco tem um espírito próprio. É, na minha opinião, um dos mais poderosos instrumentos da administração federal. Seria um equívoco mortal entregar o Banco do Brasil ao setor privado. O Banco do Brasil tem um filtro interno. As pessoas se formam lá dentro.

DINHEIRO – Mas o ex-presidente Aldemir Bendini está enrolado com a Lava Jato…

DELFIM NETTO – Talvez seja a exceção que confirma a regra. Se o presidente Temer conseguir privatizar a Eletrobras, já será uma grande conquista. Mesmo que não consiga tocar o pacote inteiro, já deixará os projetos em marcha. Quem vai julgar tudo isso é o próximo presidente da República. Uma coisa é bem clara. Repetir a política econômica anterior não vai funcionar.

DINHEIRO – O sr. sempre diz que a urna corrige os erros. Há algum risco de a urna, em 2018, voltar ao passado?

DELFIM NETTO – Sim, mas por que a democracia é o melhor regime? Porque é por tentativa e erro. Nós erramos brutalmente, mas nada garante que não voltaremos a errar, até que as pessoas aprendam que estão erradas. Daí conserta de novo. Não sabemos como será a eleição.

DINHEIRO – O PT, com ou sem Lula, deve defender uma agenda contra a privatização, certo?

DELFIM NETTO – Verdade. Mas o Lula não pode ser impedido no tapetão. O Lula, na minha opinião, tem de ser vencido nas urnas. Ou ganhar nas urnas. Não cabe um truque jurídico. Se ele fosse condenado de verdade, em última instância, no STF, tudo bem. Queira ou não queira, o Lula tem 30% do Brasil. Se o Lula não puder perder na eleição, disputando, nenhum governo vai administrar o Brasil. Eles (a esquerda) são 15% do Congresso e o Congresso não anda.

Wilson Ferreira Jr., presidente da Eletrobras, e o ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, anunciam a privatização (Crédito:Pedro Ladeira/Folhapress )

DINHEIRO – Qual Lula será candidato? O Lula radical de esquerda ou o Lula pragmático de 2002?

DELFIM NETTO – O Lula tem uma inteligência privilegiada. Ninguém sabe qual Lula será candidato, mas isso é irrelevante. Se ele for contra as privatizações e ganhar, acabou. O Brasil quer ser medíocre? Então tem de ser medíocre até aprender a votar direito.

DINHEIRO – E quem será o anti-Lula? É o Geraldo Alckmin? O João Doria? O Henrique Meirelles?

DELFIM NETTO – É muito pouco provável que alguém saiba alguma coisa agora. A única coisa que eu digo é que se o Lula for condenado em segunda instância e virar ficha suja, é tapetão. Ganhar do Lula no tapetão significa perder mais quatro anos. O Lula tem de ser vencido na urna para deixar claro que ele representa a minoria. Não tem saída para voltar a administrar o País.

DINHEIRO – Os adversários do Lula terão coragem de defender uma reforma da Previdência Social?

DELFIM NETTO – Se não defenderem também, não vão se eleger. Não vão ter nem os nossos votos. Chega de uma bobagem como essa. No fundo, um dos maiores erros do PSDB foi esconder o que o Fernando Henrique tinha feito. O PSDB é de um oportunismo assustador. Perdeu a eleição porque escondeu tudo o que o Fernando Henrique tinha feito. É muito difícil imaginar que a privatização possa causar algum prejuízo. A privatização só melhora para o consumidor. A privatização é um risco para o político, o funcionalismo e os sindicatos poderosos. Foi construída uma casta, uma elite, que não sofre nenhum controle social. Essa elite se apropriou do Brasil. Essa é a verdade.

DINHEIRO – Essa elite é contra a reforma da Previdência…

DELFIM NETTO – Sim, essa elite impediu a reforma da Previdência. Uma boa parte dessa confusão foi produto dessa casta que se apropriou do poder. E ninguém consegue convencer o sujeito que ganha até três salários mínimos de que não muda nada para ele.

DINHEIRO – Não consegue convencer ou o governo se comunica mal?

DELFIM NETTO – Bom, se não consegue convencer é porque está se comunicando mal. Eu acredito que o governo é o portador da verdade nesse assunto, mas os sindicatos manipulam as redes de comunicação. O trabalhador do setor privado financia tudo isso e não percebe. Quem sustenta essa casta, essa elite que se apropriou do poder, é o trabalhador privado. Ele que é explorado. Ou seja, será preciso um candidato que tenha a coragem de ir à televisão e dizer “não vote em mim”. “Se você votar em mim, eu vou fazer tudo isso que é bom para o Brasil.”

DINHEIRO – É uma ação ousada de marketing, não?

DELFIM NETTO – Na Alemanha, funcionou. Mas lá tem alemão.

DINHEIRO – O prefeito João Doria é esse nome?

DELFIM NETTO – Não sei.

Agência do BB, considerado por Delfim “um dos mais poderosos instrumentos da administração federal” (Crédito:Masao Goto Filho / Ag. IstoÉ)

DINHEIRO – Ele é político ou empresário?

DELFIM NETTO – Ele é esperto, trabalhador e tem ideias muito razoáveis. Mas é preciso ter uma estrutura partidária para viabilizar um governo e formar uma maioria com 12 partidos. Nenhum sistema que precise de mais do que três partidos para formar uma maioria sólida funciona.

DINHEIRO – Vai sair a reforma política?

DELFIM NETTO – Essa é a pior coisa que está acontecendo. No fundo, de onde não se espera nada é que não sai nada mesmo. Gastou-se um ano de conversa, mentindo que estavam fazendo estudos profundos. Que nada! E já tinham na cabeça o que queriam fazer, com medidas infantis para se vingar do Supremo Tribunal Federal. O Brasil se infantilizou. Eu fico preocupado com isso. Os três Poderes, que deveriam ser harmônicos e independentes, não são nem uma coisa nem outra.

DINHEIRO – Na campanha eleitoral, é melhor o financiamento público ou o privado?

DELFIM NETTO – Na minha opinião, não há nenhuma razão para impedir o financiamento privado. Essa ideia de que a empresa não é uma pessoa e, portanto, não vota é uma tolice enorme. Se eu sou o dono de uma empresa e quero manifestar o meu apoio político, eu vou contribuir. Tem de haver um controle rígido, só pode ser um percentual do lucro ou do faturamento declarado no Imposto de Renda. E só pode fazer doação para um partido. É claro que é preciso proibir a doação de empresas que têm contrato com o governo. No Brasil, o que aconteceu foi um incesto, com o poder econômico se apropriando do Congresso.

DINHEIRO – O sr. é contra a criação de um fundo eleitoral com recursos públicos?

DELFIM NETTO – Eu criaria o fundo eleitoral com as verbas das emendas parlamentares. Eles têm um orçamento de R$ 10 bilhões. É só tirar o dinheiro desse montante.

DINHEIRO – O governo Temer aprovou a PEC dos gastos públicos e a reforma trabalhista. Há força política no Congresso para aprovar a reforma da Previdência Social sem desidratar o projeto?

DELFIM NETTO – Vai desidratar, sim. O mínimo que ele (presidente Temer) conseguir aprovar não será para ele. Será para o próximo governo. Não tenhamos ilusão. Se ele não conseguir, o próximo presidente, seja ele quem for, vai ter de fazer a reforma. É uma questão de aritmética. Não é uma questão ideológica.

DINHEIRO – Podemos afirmar que o ajuste fiscal do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, deu errado?

DELFIM NETTO – De jeito nenhum.

DINHEIRO – Mas a arrecadação não cresce e a despesa não cai…

DELFIM NETTO – Houve uma barbeiragem na estimativa da receita. As despesas obrigatórias também cresceram, mas o efeito nas receitas é muito importante. O plano do Meirelles não falhou. A coisa é complicada mesmo. Tudo o que eles têm dito está na linha correta. Vamos ter de enfrentar esse problema. Não vai resolver com conversa mole.

DINHEIRO – É inevitável aumentar impostos?

DELFIM NETTO – Eu não diria que é inevitável porque, na minha opinião, é muito ruim usar aumento de imposto para pagar salário do funcionalismo. É muito simples. O dinheiro na minha mão, na mão do setor privado, será usado melhor que na mão do governo. O aumento de imposto é deletério para o crescimento, pois derruba o investimento privado.

DINHEIRO – Neste momento, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é o maior risco internacional?

DELFIM NETTO – Depois de muitos anos, é a primeira vez em que há uma sincronização de todas as economias do mundo. É inacreditável, mas o Brasil é a única exceção. Todas as economias estão em expansão. O presidente Trump é um caso de junta médica.

  • Dólar Comercial
    R$3,22900 +0,59%
  • Euro Comercial
    R$3,96130 +0,54%
  • Dow Jones
    25.792,90 -0,04%
  • Nasdaq
    7.223,6900 -0,51%
  • Londres
    7.732,81 -0,30%
  • Frankfurt
    13.221,10 -0,19%
  • Paris
    5.501,66 -0,22%
  • Madrid
    10.465,30 -0,52%
  • Hong Kong
    31.983,40 +0,25%
  • CDI Anual
    6,89% 0,00%

Estatal

BC analisa reforço de capital da Caixa


‘O que importa é custo de crédito mais barato’

Ilan Goldfajn, presidente do BC

‘O que importa é custo de crédito mais barato’

“Criamos o Clube Smiles e ele foi copiado por todos os concorrentes”, diz Leonel Andrade

“Criamos o Clube Smiles e ele foi copiado por todos os concorrentes”, diz Leonel Andrade

Qual companhia aérea atende melhor seu cliente, segundo a Anac

Aviação civil

Qual companhia aérea atende melhor seu cliente, segundo a Anac

Apesar de só existirem quatro companhias com capital nacional, dá para se ter uma ideia de qual empresa atende melhor seu consumidor e qual atende pior.

Dotz chega à cidade de São Paulo no primeiro semestre de 2018

Bastidores das Empresas

Dotz chega à cidade de São Paulo no primeiro semestre de 2018

Segundo fontes de mercado, o programa de fidelidade está em negociações com Sonda, Hirota e Roldão, que devem ser os varejistas-âncoras para a estreia em São Paulo

Volkswagen bate recorde de vendas, dois anos após ‘dieselgate’

Montadora

Volkswagen bate recorde de vendas, dois anos após ‘dieselgate’


Blogs


PagSeguro: um novo unicórnio brasileiro a caminho

Bastidores da Empresas

PagSeguro: um novo unicórnio brasileiro a caminho

Se conseguir realizar o seu IPO nos Estados Unidos, a empresa brasileira do grupo de internet UOL conseguirá atingir um valor de mercado que pode variar entre US$ 5,4 bilhões e US$ 6,3 bilhões

Honda ultrapassa Nissan e novo Civic brilha no ranking mundial de 2017

República do Automóvel

Honda ultrapassa Nissan e novo Civic brilha no ranking mundial de 2017

Apesar dos esperados títulos da Toyota e do Corolla como marca e carro mais vendidos do mundo, o crescimento da Honda e do Civic foram os fatos mais relevantes da última temporada


TV Dinheiro

Quais são os riscos de investir em Bitcoin?

Dinheiro sem susto

Dinheiro sem susto

Quais são os riscos de investir em Bitcoin?

O jornalista Cláudio Gradilone, editor de finanças da Dinheiro, comenta o futuro da criptmoeda.


Mundo


Macron e May anunciam na quinta novo tratado para migração

Europa

Macron e May anunciam na quinta novo tratado para migração

Polícia faz batida na francesa Lactalis, após escândalo de salmonela

Dona da Parmalat

Polícia faz batida na francesa Lactalis, após escândalo de salmonela

OMS teme exportação de casos de febre amarela para países do Cone Sul

Saúde

OMS teme exportação de casos de febre amarela para países do Cone Sul

Mercado de automóveis na UE superou 15 milhões de unidades em 2017

Montadoras

Mercado de automóveis na UE superou 15 milhões de unidades em 2017

Agência da ONU para palestinos tem pior crise após bloqueio dos EUA

Direitos humanos

Agência da ONU para palestinos tem pior crise após bloqueio dos EUA


Entrevista

‘A Aerolíneas Argentinas é uma empresa política’

Isela Costantini, general manager do grupo GST

Isela Costantini, general manager do grupo GST

‘A Aerolíneas Argentinas é uma empresa política’

Isela Costantini adora um desafio. Por isso ela aceitou o convite feito por Macri para assumir a Aerolíneas Argentinas. À DINHEIRO, ela conta os problemas enfrentados em seus anos à frente de uma das maiores estatais da Argentina e por que deixou a empresa


Economia


Importadores de carros ganham fôlego com o Rota 2030

Indústria automobilística

Importadores de carros ganham fôlego com o Rota 2030

Sem barreiras a veículos estrangeiros e com metas para ampliar a eficiência energética dos carros, nova política automotiva chacoalha desenho de forças do mercado nacional

Saiba quais são as obras que podem sair do papel com os novos leilões

Temporada aberta

Saiba quais são as obras que podem sair do papel com os novos leilões

Período eleitoral deve limitar execução de carteira de mais de 70 projetos federais de infraestrutura e de outros ativos oferecidos pelos Estados

Ele é o homem forte de Alckmin na economia

Persio Arida

Ele é o homem forte de Alckmin na economia

Persio Arida vai coordenar a equipe econômica do tucano na corrida presidencial

CVM proíbe fundos de investir em moedas virtuais

Controle

CVM proíbe fundos de investir em moedas virtuais

Xerife do mercado não considera a Bitcoin e outras criptomoedas como ativos financeiros

É possível dar um fim à crise da Venezuela?

América Latina

É possível dar um fim à crise da Venezuela?

Apesar da grave recessão e da hiperinflação, país faz aceno diplomático e paga parte da dívida com o brasil. até onde vai a reaproximação com o regime de Maduro?


Tecnologia


CES: as apostas das empresas de tecnologia para 2018

Nas curvas da tecnologia

CES: as apostas das empresas de tecnologia para 2018

TVs que podem ser enroladas, carros autônomos, tecnologia 5G e a briga particular entre Google e Amazon. A maior feira de eletroeletrônicos do mundo faz suas apostas no futuro

Como funciona o carro da Nissan guiado pela mente

Direção cerebral

Como funciona o carro da Nissan guiado pela mente

Tecnologia exibida pela Nissan conecta os carros diretamente ao cérebro dos motoristas


Negócios

Como Carlos Wizard pretende se tornar o mago do fast-food

Alimentos

Alimentos

Como Carlos Wizard pretende se tornar o mago do fast-food

Com Taco Bell, KFC e Pizza Hut, o bilionário Carlos Wizard Martins, fundador das escolas de idiomas Wizard, mostra apetite por um segmento que não para de crescer

Tolerância zero contra o machismo e o racismo

Fim da indulgência

Tolerância zero contra o machismo e o racismo

O protesto das atrizes no Globo de Ouro e a demissão do presidente da Salesforce no Brasil evidenciam uma nova ordem: os tempos de indulgência com o machismo e o racismo acabaram

Você já pensou em alugar um CEO?

Gestão

Você já pensou em alugar um CEO?

Executivos se unem e criam consultoria especializada em assumir o comando de empresas em dificuldade

A Philip Morris vai largar o vício?

Cigarros

A Philip Morris vai largar o vício?

A empresa jura que vai deixar de vender cigarros no Reino Unido, mas deve continuar no negócio


Finanças


A alta da bolsa é sustentável?

Disparou

A alta da bolsa é sustentável?

A expectativa de que Luiz Inácio Lula da Silva se torne inelegível no próximo dia 24 vem turbinando os preços das ações. Ainda dá para aproveitar esse movimento?

Esse investidor resolveu tirar férias... Para sempre

Descanso

Esse investidor resolveu tirar férias... Para sempre

Gestor de recursos que descobriu os mercados emergentes anuncia sua aposentadoria


Colunas


A inflexível “regra de ouro”

Editorial

A inflexível “regra de ouro”

A receita do China In Box

Moeda Forte

A receita do China In Box

Afasta de mim este cálice

Sustentabilidade

Afasta de mim este cálice

A aposta da Kodak nas moedas virtuais

Dinheiro & Tecnologia

A aposta da Kodak nas moedas virtuais

Gala brazuca

Cobiça

Gala brazuca


Artigo

O Partido da Justiça

Por Ralphe Manzoni Jr.

Por Ralphe Manzoni Jr.

O Partido da Justiça

Cada vez mais, o Judiciário está adotando um viés político em suas decisões, como mostra o caso de Cristiane Brasil

Copyright © 2018 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicações Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.