O destino da Logum

O destino da Logum

Os sócios da Logum, empresa criada em 2011 para ser o maior sistema logístico do etanol no País, estão próximos de encontrar uma solução para o negócio. Nas próximas semanas, deve ser definido se as participações da Odebrecht Transport e da Camargo Corrêa Construções, que detêm 21,35% e 10%, respectivamente, serão absorvidas por Raízen, Copersucar, Petrobras e Uniduto ou se serão negociadas com uma nova empresa.

Pessoas que têm acompanhado as reuniões na sede da Logum, no Rio de Janeiro, afirmam que o mais provável é que as quatro empresas adquiram as ações de Odebrecht e Camargo Corrêa. Trata-se de um ativo cobiçado. A Logum é dona do maior centro coletor de etanol do País, que liga Ribeirão Preto (SP) até Paulínia (SP), com 207 km de extensão, e também possui outra linha de dutos com 143 km de extensão, ligando Uberaba (MG) a Ribeirão Preto. Procuradas, as companhias não quiseram se manifestar.

(Nota publicada na Edição 1010 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Márcio Kroehn)

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Sobre o autor

Hugo Cilo é editor de negócios da Revista DINHEIRO


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