Nubank busca mão de obra no exterior para crescer no Brasil

Nubank busca mão de obra no exterior para crescer no Brasil

David Vélez, fundador e CEO do Nubank

No fim de outubro, durante o lançamento da Nuconta, a conta desenvolvida pelo Nubank que permite fazer transferências bancárias, David Vélez, o fundador e CEO da empresa, revelou um número que era tratado como segredo de Estado: 2,5 milhões de pessoas tinham o cartão de crédito roxo da companhia. Passados apenas dois meses, o número saltou para 3 milhões de pessoas. Mas o crescimento evidenciou um problema que o Brasil precisa resolver com urgência. Trata-se da falta de mão de obra na área de programação, o coração de uma empresa de tecnologia. “Estamos recrutando todos os programadores com os conhecimentos específicos que precisamos. Mas não é o suficiente”, diz Vélez, que hoje conta com um time de 110 desenvolvedores.

Embarque para a Alemanha

A saída encontrada pelo executivo foi abrir um escritório em Berlim. Comandada por Gavin Bell, ex-funcionário da plataforma Soundcloud, a operação na capital alemã dará suporte à operação brasileira e contará com cerca de 25 pessoas especializadas em tecnologias como base de dados Datomic com linguagem de programação funcional e clojure. “Vamos lançar novos produtos em 2018”, avisa Vélez. Haja programador!

Nota publicada na Edição 1049 da Revista Dinheiro com colaboração de: Luana Meneghetti  e Márcio Kroehn

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Sobre o autor

Hugo Cilo é editor de negócios da Revista DINHEIRO


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