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Novo ataque com drone contra americanos no Iraque

Novo ataque com drone contra americanos no Iraque

(ARQUIVO) Policial afegão vigia um posto de controle perto da embaixada dos EUA em Cabul, em 26 de junho de 2013 - AFP/Arquivos

Um drone com explosivos caiu, na manhã deste sábado (8), em uma base aérea iraquiana que abriga tropas americanas, informou o Exército iraquiano, um modus operandi já usado por facções pró-Irã no Iraque e em outras partes do Oriente Médio.

A coalizão antijihadista liderada por Washington no Iraque esclareceu que o ataque – o quarto em menos de uma semana – “não provocou baixas”, mas que “um hangar sofreu danos” na base aérea de Ain al-Assad, no oeste desértico do Iraque.

As facções pró-Irã, que querem acabar com qualquer presença militar estrangeira no Iraque, alcançaram um novo nível em meados de abril com um ataque espetacular.

Na ocasião, um drone “carregado com TNT” – de acordo com as autoridades curdas – caiu no quartel-general da coalizão antijihadista no aeroporto internacional de Erbil. A notícia chocou porque foi a primeira vez que as autoridades iraquianas relataram tal modus operandi.

“Outros ataques, porém, já ocorreram em solo iraquiano”, garantiu à AFP um funcionário do governo iraquiano.

E, acima de tudo, segundo os americanos, os pró-iranianos do Iraque e do Iêmen já coordenaram esforços para realizar um ataque semelhante sobre um palácio real saudita em Riade. O drone em questão foi interceptado antes de atingir o palácio, segundo um oficial americano.

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Há um ano e meio, os pró-Irã disparam, em intervalos regulares, foguetes visando os 2.500 soldados americanos ainda presentes no Iraque, bem como a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá.

Desde o último domingo, eles dispararam dois foguetes contra a base de Ain al-Assad, seis outros contra outra base aérea, Balad, onde os americanos mantêm a frota iraquiana de caças F-16, e dois foguetes no aeroporto de Bagdá, onde soldados americanos também estão estacionados.

Para lidar com esses projéteis – que já mataram americanos, britânicos e iraquianos -, os Estados Unidos instalaram sistemas de defesa C-RAM, que são baterias antiaéreas, em Bagdá e Erbil.

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