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Nova York terá monumento em homenagem aos trabalhadores essenciais da pandemia

Nova York terá monumento em homenagem aos trabalhadores essenciais da pandemia

Um membro do Corpo de Bombeiros de Nova York após receber uma vacina contra o coronavírus em dezembro de 2020 - GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP/Arquivos

Nova York vai erguer um monumento para homenagear os trabalhadores essenciais da pandemia no extremo sul de Manhattan, com vista para a Estátua da Liberdade, anunciou o governador Andrew Cuomo nesta quarta-feira (23).

“Embora nunca possamos pagar totalmente nossa dívida com os trabalhadores essenciais, podemos homenageá-los e celebrá-los com este memorial que será para sempre como um tributo a tudo o que fizeram por Nova York em nosso momento de maior necessidade”, disse Cuomo.

O memorial será inaugurado em frente ao Rio Hudson, em Battery Park, em 6 de setembro.

Será constituído por um pequeno parque circular, com bancos para sentar e descansar, dentro do amplo espaço do Battery Park. Será batizado de “Círculo de heróis”.



No centro terá uma chama eterna e ao redor do círculo, 19 árvores que simbolizam os trabalhadores essenciais que mantiveram Nova York viva na pandemia: enfermeiros, médicos, pessoal de saúde, funcionários de transporte, polícia, socorristas e paramédicos, bombeiros, guardas carcerários, funcionários do comércio, a Guarda Nacional, funcionários do governo, trabalhadores da construção civil, serviços públicos e comunicações, entregadores, professores, lixeiros e faxineiros, hoteleiros e trabalhadores da indústria alimentar.

Muitos trabalhadores essenciais morreram durante a pandemia, incluindo cerca de 150 da rede de transporte público MTA que opera o metrô e ônibus, assim como entregadores de alimentos e equipes médicas.

A cidade de Nova York também está planejando um grande desfile em 7 de julho em homenagem aos trabalhadores essenciais. Seguindo a tradição nova-iorquina, o desfile acontecerá no extremo sul da Broadway em Manhattan, um lugar também chamado de Canyon dos Heróis.

Nova York, um estado com mais de 20 milhões de habitantes, foi o epicentro nacional da pandemia do coronavírus, registrando mais de 43.000 mortes desde março de 2020, incluindo mais de 33.000 delas na Big Apple.

Há uma semana, com mais de 70% dos adultos do estado vacinados contra o vírus com pelo menos uma dose, Cuomo suspendeu as últimas restrições impostas para conter o avanço da covid-19.

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