Negócios

Nova coleção da Renner é pensada e costurada por mulheres presas

Crédito: Divulgação - Renner

A estimativa é que 40 mil peças sejam comercializadas pela Renner, tanto no comércio eletrônico quanto nas 370 lojas da rede (Crédito: Divulgação - Renner)

A Renner acaba de lançar sua coleção e neste ano o grande diferencial é que todos os modelos foram pensados e costurados por mulheres presas. As peças fazem parte do movimento ‘Eu visto Bem’, marca de roupas e acessórios que emprega só mulheres, normalmente detentas ou ex-detentas do Estado de São Paulo.

A estimativa é que 40 mil peças sejam comercializadas pela Renner, tanto no comércio eletrônico quanto nas 370 lojas da rede. A coleção inclui itens como bolsas, brincos, acessórios de cabelo e necessaire.



+ BTG aponta Brasil como o 7º mais caro para comprar roupa

“As peças têm um impacto social verdadeiro, gerando emprego, renda e dignidade para dezenas de mulheres que buscam uma segunda chance.  Isso porque são itens produzidos por mulheres que fazem parte do Movimento #EuvistoOBem. Elas estão encarceradas ou em situação de vulnerabilidade social e buscam, através do trabalho, uma forma de reintegração na sociedade”, diz a Renner em seu site.

Além disso, a empresas destaca que a coleção 2021 chega com mais charme e menos resíduos na natureza, com acessórios com pegada cottagecore, movimento que traz para a moda a ideia de uma vida mais simples e bucólica.

+ Confira 10 receitas para reaproveitar ou turbinar o arroz do dia a dia


“As estampas e padrões que escolhemos remetem a lugares campestres e sentimentos de nostalgia e acolhimento. A ideia é trazer para o cotidiano uma beleza simples com peças produzidas a partir de matérias-primas menos impactantes. Os sentimentos que queremos expressar têm tudo a ver com a forma como escolhemos desenvolver esses produtos: com tecidos 100% reciclados”, diz a empresa.