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Bradesco – A inclusão chega de barco

Bradesco – A inclusão chega de barco

Uma hidrovia de mais de 1.600 quilômetros liga 250 mil pessoas que moram às margens do Rio Solimões ao restante do País. Pelas águas claras e tranqüilas desse afluente do Amazonas chegam combustíveis e mantimentos. Mas não só isso. Elas também permitem o transporte de inclusão bancária e de educação financeira. Desde 2009, o Bradesco mantém uma agência fluvial no barco Voyager III, que já realizou mais de 4,8 milhões de transações desde sua fundação.

“Antigamente, as pessoas precisavam ir até cidades maiores para conseguir fazer saques ou pegar empréstimos, e a passagem custava R$ 120, dependendo do trecho”, afirma Octavio de Lazari Júnior, diretor executivo do Bradesco. Além de reduzir gastos, as pessoas passaram a usar o dinheiro nas próprias comunidades, estimulando a economia local. “Foi então que desenvolvemos parcerias e transformamos pequenos mercados em correspondentes bancários”, diz de Lazari.

Com isso, esses estabelecimentos comerciais atraem mais clientes e passam a movimentar mais recursos. “Em pouco tempo, os antigos mercadinhos viram seu faturamento crescer 70% e acabaram se tornando estabelecimentos bem maiores.” O projeto ganhou corpo e o Bradesco passou a ter 41 mil correntistas nessas comunidades. Por causa do volume de clientes, não era mais possível atendê-los em apenas um barco. No ano passado, o banco acertou uma nova parceria, agora, com o Voyager V, que tem o dobro do tamanho do Voyager III. Quem sai ganhando é a população ribeirinha que a cada três ou quatro dias vê uma agência bancária flutuante atracar na porta de suas casas.


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