Geral

Propaganda nas nuvens

Se você vir nos aeroportos brasileiros aviões "camuflados" de barras de chocolate, relaxe 

Não é uma pegadinha. Trata-se de uma inusitada campanha desenvolvida pela Nestlé em parceria com a Azul Linhas Aéreas. Quinze aeronaves serão envelopadas com o slogan “Eu Sou Chocolover”. A campanha é para promover a linha “Suflair” e a caixa de bombom “Especialidades.” Outra iniciativa da Nestlé envolve bonecos de  pelúcia em tamanho gigante da série Galera Animal. Eles serão colocados nas cinco primeiras fileiras dos aviões da Azul.  

 

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Luta livre


Diversão de marmanjos

 

O resultado das lutas livres pode até ser marmelada. Mas nem por isso o evento deixa de atrair multidões. Essas competições são vistas por 500 milhões de lares em 145 países. E foi para divulgar a reinclusão do Brasil nessa lista  que o vice-presidente-executivo da World Wrestling Enter-tainment, Andrew Whitaker, esteve em São Paulo na última semana. Por aqui, as transmissões dos eventos serão feitas pela Esporte Interativo, emissora de TV por assinatura. 

 

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Design 


Heineken de roupa nova

 

A tradicional garrafa verde da cerveja Heineken está de roupa nova. Segundo a empresa, a embalagem foi remodelada para reforçar a percepção premium do produto aos olhos do consumidor. A nova garrafa e as embalagens da Heineken shortneck contarão com as versões padrão e com relevo. O logo da marca também foi repaginado. O contorno do rótulo nas embalagens da Heineken se tornou elíptico e a estrela vermelha foi posicionada acima do logotipo. 

 

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Campanha


Pelé vai conquistar investidores

 

A BM&FBovespa já usou furgões para conquistar investidores. Agora, recrutou o rei Pelé. Na última semana, ele protagonizou o primeiro anúncio da bolsa em horário nobre e em TV aberta. O objetivo da campanha “Quer ser sócio?”, idealizada pela DPZ, é que a BM&FBovespa atinja cinco milhões de investidores pessoas-físicas até 2015. Hoje, são 610 mil.

 

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Assessoria 


E a equipe está preparada… 

 

A Companhia da Notícia (CDN), uma das maiores assessorias de comunicação do País, registrou um aumento de 40% na demanda por media training – aquele treinamento que empresários e celebridades fazem para encarar a imprensa. Segundo Yara Peres (foto), vice-presidente da CDN, o fato curioso é que o serviço tem sido cada vez mais requisitado por jogadores de futebol. 

 

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Bate-papo

 

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André Torreta, sócio-diretor da A Ponte Estratégia  

 

André Torreta, diretor da consultoria A Ponte Estraté-gia, de São Paulo,  é um expert nas classes C e D. E dá um conselho para quem quer vender para esse público: esqueça a exclusividade. A classe C quer mesmo é o que todo mundo tem. 

 

As empresas sabem se comunicar com a classe média emergente? 

Não há ninguém que saiba efetivamente porque a chegada das classes C e D ao mercado de consumo é um fenômeno recente no Brasil. Mas há iniciativas que estão muito bem direcionadas, como ações promocionais e de patrocínios feitas exclusivamente nas periferias das grandes cidades. 

 

Qual é o erro mais comum que as empresas cometem no diálogo com a classe C? 

É achar que esse consumidor quer ser da classe A/B e que ele sonha em viajar para Paris ou para Londres. Na verdade, sua meta é ir para a Feira de Santana (BA) visitar a família ou então conhecer o Rio de Janeiro ou Florianópolis. 

 

A comunicação visual também deve ser diferenciada? 

Uma parede branca com um vestido vermelho pendurado vende exclusividade. O consumidor emergente não quer isso. O que ele deseja é comprar o que todo mundo tem.