Geral

Promessa é dívida

Poucos eventos criam tantas celebridades quanto uma Copa do Mundo. A paraguaia Larissa Riquelme sabe muito bem disso 

A paraguaia Larissa Riquelme, uma desconhecida torcedora até dias atrás, sabe muito bem disso. Ela se tornou a musa da Copa da África do Sul sem sair de Assunção – tudo graças ao alcance da televisão e da internet . Antes mesmo de a seleção de seu país voltar para casa, depois da derrota para a Espanha, ela já posava quase sem roupa, para fotógrafos de jornais locais. A morena não confirma, mas a Playboy já teria feito uma volumosa proposta por um ensaio fotográfico. Quando Larissa começou a ganhar destaque na imprensa mundial graças a, digamos, seu corpo escultural, prometeu ficar nua caso a equipe paraguaia avançasse para a semifinal. Isso não aconteceu. Mas tudo bem. Ela mudou de ideia e vai tirar a roupa mesmo assim.

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Outdoor

Do lado de fora

A Copa da África se tornou a maior vitrine da publicidade não apenas nos estádios, mas fora deles. Só em outdoors, a propaganda não oficial gerou quase US$ 130 milhões ao mercado local durante os jogos. É hora de pensar nisso. Afinal, São Paulo, onde outdoor é proibido, deverá receber jogos na Copa de 2014.

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Jornais

Bombeiro Hawilla

Dias atrás, o empresário J.Hawilla atuou como bombeiro. O Bom Dia ABCD, franqueado para a família Cortegosso, quase encerrou suas atividades com apenas um ano de existência. Para evitar problemas, ele assumiu o jornal.

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Mídia

O salto do Metro

Enquanto jornais do mundo todo lutam para manter o faturamento com as vendas em queda, o grupo alemão Metro, que edita tablóides gratuitos, registra uma disparada na tiragem. Puxada pelo Brasil,  a circulação mundial aumentou de 5,5 milhões para  28 milhões de exemplares em oito anos. Em poucos dias, uma nova edição estreará em São Paulo: o Metro Magazine.

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Internet

A queda no Twitter

A popularização do Twitter no Brasil, principalmente durante a Copa, não impediu que o País perdesse para a Indonésia a terceira posição no ranking mundial de usuários. Segundo a consultoria francesa Semiocast, os brasileiros responderam por 11% do total de acessos em junho – em maio, esse índice era de 11,5%. Nesse período, a Indonésia passou de 10% para pouco mais de 11%. Os EUA, caíram de 30% para 25%, e os japoneses cresceram de 15% para 18%.

 

 

Campanha

São Paulo, 360º

O setor automobilístico conheceu nesta semana uma campanha inusitada. A agência digital Rumba desenvolveu para a Citroën do Brasil um hotsite com as primeiras imagens em 360º totalmente navegáveis de São Paulo. Quem acessar o Algo está no Ar nas mídias sociais no site da montadora poderá circular pelas ruas da cidade dentro do novo modelo Citroën Aircross.

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Bate-papo

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Adriano Rayol, diretor da Uplay Mobile, fala sobre o marketing via celular
 

O mercado de conteúdo para celular disparou nos últimos anos. Por quê?
Curiosamente, o volume de downloads por smartphones tem caído mês a mês. Por outro lado, há uma clara popularização dos telefones com acesso à internet, que já representam 7% do total de aparelhos no mundo. No ano passado, só nossa empresa gerou um volume de três milhões de downloads, proporcionando uma receita de R$ 12 milhões para as operadoras e portais.

Essa é a receita para as operadoras ampliarem o faturamento? 
Também. Cada vez mais, as operadoras e empresas do setor agregam serviços no celular, com jogos, vídeo e imagens integrados. Tem 
se tornado muito comum também o envio de notícias por SMS. Assim, estamos distribuindo imagem, texto e vídeo agregados, o que gera receita tanto em publicidade quanto em venda de pacotes de dados.

Qual a tendência para esse setor?
Apesar da queda nos últimos meses, a tendência é de que tenhamos em 2010 um aumento de 30%, em comparação ao ano passado. Isso porque novos serviços estão surgindo e o custo caindo.