Tecnologia

Mercado Livre recebe marcas americanas em sua vitrine

Líder de audiência entre as vitrines virtuais brasileiras, o Mercado Livre vai abrir sua plataforma nacional para estrangeiros. Quatro lojas americanas vão começar a anunciar seus produtos no marketplace. “Sempre fomos procurados por empresas de fora para vender no Brasil”, afirmou Helisson Lemos, diretor-geral das operações no País. “Mas só agora atingimos a estrutura necessária para prestar um bom serviço também para o exterior.”

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Ásia é próximo alvo da plataforma

 

A categoria escolhida pelo Mercado Livre para abrir suas portas para empresas de fora foi o de moda e acessórios. Vivid Gemz e Jewel Mint, de jóias e acessórios, e Rerail Fashion Outlet e Loop Collections, de moda,  serão as primeiras a anunciar. “No ano passado, esse foi o segmento que mais cresceu”, afirmou Lemos. “Observamos um avanço muito grande, especialmente entre o público femino.”

 

Segundo o executivo, a empresa começou a planejar a abertura de sua plataforma para estrangeiros quando lançaram a empresa Mercado Envios, de logística, em 2013. ?Só aí havíamos fechado o ciclo de demanda, pagamento e entrega?, afirmou o diretor da empresa.

 

O valor para as peças será em reais e já vai incluir frete e taxas alfandegárias. O prazo de entrega será de cerca de duas semanas. Inicialmente, as estrangeiras poderão anunciar produtos de até R$ 3 mil.

 

A equipe de vendas do Mercado Livre já está conversando com outras lojas, para aumentar o número de anunciantes americanos em sua plataforma. Os segmentos de eletrônicos, celular e informática serão os próximos alvos.

 

A internacionalização das lojas do Mercado Livre não vai parar nos Estados Unidos. A Ásia é o próximo foco. “As portas de entrada são China e Japão”, afirmou Stelleo Tolda, vice-presidente de Operações. “Mas vemos oportunidades também na Coréia.”

 

No Brasil, algumas plataformas de marketplace permitem que o usuário comprem itens do exterior. Recentemente, o eBay lançou aplicativos celulares para o público brasileiro. “Não nos pautamos pela concorrência”, disse Lemos. “Ela existe e sempre vai existir, mas estamos acostumados.”

 

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