Negócios

Nomeação de mulheres para cargos de direção nos EUA dobra em 2018

Apesar do crescimento recorde, diretoras do sexo feminino representam apenas 22,5% do total nas empresas listadas no ranking da revista Fortune

Nomeação de mulheres para cargos de direção nos EUA dobra em 2018

Mary Barra, CEO da GM, é exemplo da representatividade feminina em cargos de gestão

A nomeação de mulheres para cargos de diretoria nas empresas que compõem o Fortune 500 – lista das maiores empresas dos Estados Unidos -, aumentou de 18% em 2009 para 40% em 2018, segundo o levantamento da consultoria Heidrick & Struggles. Apesar do crescimento recorde, diretoras do sexo feminino representam apenas 22,5% do total nas empresas listadas no ranking da revista Fortune.

De acordo com o estudo, foram nomeadas 183 mulheres para cargos de gestão entre as principais companhias norte-americanas. Nesta proporção, é esperado que a igualdade de gênero seja alcançada até 2023.

O aumento das contratações femininas é a soma de diversos fatores, afirmaram os analistas. Entre as maiores causas, se destacam a pressão dos clientes e consumidores por medidas de igualdade, um processo de conscientização por parte das grandes empresas e criação de lei que obrigam a igualdade de gênero em cargos de gestão.

A pesquisa da Heidrick & Struggles também analisou a contratação para altos cargos de minorias étnicas, independente do sexo, pelas grandes minorias. Os grupos minoritários correspondem a 23% das nomeações feitas em 2018, o mesmo número do ano anterior e o mais alto já alcançado.

 

 

 

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