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NASA está testando protótipo de táxi aéreo

Crédito: Reprodução/Divulgação

Por mais que a NASA não seja diretamente responsável pela regulamentação do voo autônomo, ela é o parceiro-chave para a Federal Aviation Administration (Crédito: Reprodução/Divulgação)

Os testes desse veículo foram até o dia 10. Eles usaram o eVTOL de uma empresa chamada Joby, que está  desenvolvendo essa tecnologia junto com a NASA há mais de 10 anos.

A aeronave parece uma versão grande do drones de seis rotores. E os testes aconteceram na Joby’s Electric Flight Base, perto de Big Sur, na Califórnia. Essa foi a primeira rodada de testes com esse veículo. E a NASA tem um plano rigoroso de testes para serem feitos. Além de uma coleta de dados a respeito do movimento do veículo, ruído e comunicações nas várias formas de voo.

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Para conseguir coletar alguns dados, os pesquisadores tiveram que criar um tipo de centro acústico móvel que conseguisse rastrear a aeronave com 50 microfones diferentes e coletar dados a respeito do ruído que ela faria.



Isso porque o ruído é um fator importante no voo do eVTOL, até porque as pessoas tem que aceitá-lo. E com certeza a maioria das pessoas não gostaria que um veículo desse decolasse do seu quintal e fizesse o mesmo tanto  de barulho que um motor de um jato.

Além da aceitação do público, outros fatores são importantes. Como por exemplo,  os regulamentos. Por mais que a NASA não seja diretamente responsável pela regulamentação do voo autônomo, ela é o parceiro-chave para a Federal Aviation Administration (FAA),

Uma preocupação já foi expressa por alguns ativistas de tecnologia dizendo que a FAA está lidando com uma indústria que está em uma evolução bem rápida. E isso potencialmente dificultaria o desenvolvimento de empresas americanas conforme concorrentes em melhores regimes regulatórios voem na sua frente, literalmente.

Contudo, a AAM da NASA informará os processos de tomada de decisão pela FAA. Agora, a próxima etapa dos esforços irá ser um conjunto de testes conhecido como NC-1. Eles serão testes que irão rastrear padrões de voos e cenários mais realistas do que os que foram testados em Big Sur. E eles estão programados para acontecer em 2022.

Em teoria, esses esforços das pesquisas aeroespaciais junto com a regulamentação do governo dos EUA terão como resultado uma indústria vibrante e inovadora que poderá mudar a vida das pessoas para melhor.

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