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“As classes C e D foram muito mais rápidas em apostar no sistema de aluguel de carros”, afirma Renato Franklin, CEO da Movida

Renato Franklin explica que combinação da Movida e a da JSL, que comprou a locadora de veículos em 2013, possibilitou um ciclo grande de crescimento


Carlos Sambrana, redator-chefe da ISTOÉ DINHEIRO, recebe Renato Franklin, CEO da Movida. Em 2013, a empresa de locação de veículos contava com 29 lojas, tinha 2.400 carros, faturava R$ 93 milhões e respondia por apenas 2% do mercado de aluguel de carros no Brasil. Em menos de quatro anos, o cenário mudou radicalmente. Hoje, a empresa tem 183 lojas, uma frota com 75 mil carros e ocupa a segunda posição entre as maiores do setor e faturou R$ 1,9 bilhão até o terceiro trimestre deste ano. Nesta entrevista, Franklin vai contar o que aconteceu com a Movida para apresentar números tão diferentes em tão pouco tempo.

Neste primeiro bloco, Franklin explica que combinação da Movida e a da JSL, que comprou a locadora de veículos em 2013, possibilitou um ciclo grande de crescimento. “Investimos numa frota com modelos novos de varejo e também de luxo”, conta. Além disso, segundo o executivo, o aluguel de carros não subiu nos últimos anos e acabou tornando a locação muito atrativa. “As classes C e D foram muito mais rápidas em apostar no sistema de aluguel de carros”, afirma.

Acompanhe o segundo bloco da entrevista nesta terça-feira (19), às 7h30.