Edição nº 1121 17.05 Ver ediçõs anteriores

Morte a crédito

As pessoas estão mais preocupadas com a morte. É o que mostra uma pesquisa da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), que identificou um crescimento expressivo dos planos funerários e de seguros de vida, principalmente no Rio de Janeiro. No Estado, houve um aumento de 21% na procura desses contratos no primeiro trimestre deste ano. Esses seguros de proteção pessoal contabilizaram um faturamento de R$ 3,3 bilhões na comparação com o mesmo período de 2018. “Diante da crise financeira e da crescente onda de violência que assola o Estado, a procura por planos de auxílio funeral aumentou consideravelmente”, diz Marcelo Carvalho, presidente da Riopae, maior empresa de assistência familiar da Baixada Fluminense.

(Nota publicada na Edição 1120 da Revista Dinheiro)


Mais posts

Maconha liberada, lucro bilionário

Se fosse liberado, o mercado de cannabis acessível (maconha regulamentada e lícita) movimentaria cerca de US$ 2,4 bilhões no Brasil, [...]

O app de quem não tem plano

Pelos cálculos do Minis-tério da Saúde, uma consulta médica pelo SUS pode demorar mais de 12 meses em várias regiões do País. Ao [...]

“Demos uma jamanta para Bolsonaro dirigir, mas ele não tem habilidade para isso”

Antonio Setin, presidente da incorporadora Setin, se diz desapontado com o desempenho do governo do presidente Jair Bolsonaro. Para [...]

Aos 100 anos, Hilton vai apostar nos latinos

Prestes a celebrar o seu aniversário de 100 anos, a rede americana de hotéis de luxo vai apostar na expansão dos negócios na América do [...]

Andorinha voa mais alto

Pela primeira vez na história, o Azeite Andorinha, de Portugal, é líder no mercado brasileiro. Entre 2016 e 2018, as vendas cresceram [...]
Ver mais

Copyright © 2019 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.