Finanças

Mercados passam por quarta-feira de tensão no Brasil e no mundo

Crédito: Arquivo/IstoÉ Dinheiro/AP Photo/Richard Drew

Medo de uma nova onda da covid-19 e incertezas políticas ditaram o ritmo das principais bolsas do mundo nesta quarta (Crédito: Arquivo/IstoÉ Dinheiro/AP Photo/Richard Drew)

A preocupação com os casos de novos infectados pelo coronavírus nos Estados Unidos e na Europa derrubou os principais mercados do mundo nesta quarta-feira (28). Às 13h57, o Ibovespa operava em queda de 3,45%, a 96.172 pontos, enquanto o dólar passou por uma manhã de oscilações, cotado a R$ 5,73, maior registro desde maio.

No caso da B3, os primeiros minutos do pregão de hoje foram tensos, com todos os papéis negociados em queda e ações de empresas de turismo, como a CVC, e aéreas, como a Azul e Gol, servindo como pano de fundo da apreensão: todas caindo próximas dos 7%. Essas companhias são as mais afetadas por uma nova onda de covid-19 no mundo e boa parte do setor passa por uma quebradeira generalizada.

+ Inflação da comida sobe 9,75% e pesa para os mais pobres
+ Estoques de petróleo nos EUA avançam 4,32 milhões de barris na semana, diz DoE
+ Trump e sua Nova York natal, uma relação acabada após quatro anos na Casa Branca

O dólar abriu o dia nas alturas, chegando a bater R$ 5,789, maior cotação desde maio, quando ficou próxima dos R$ 6. Ainda pela manhã, o Banco Central chegou a fazer um leilão à vista de US$ 1,04 bilhão na tentativa de conter a valorização da moeda norte-americana.

O resultado foi positivo, já que a escalonada foi controlada, mas não o suficiente para impedir o ritmo de alta, operando próximo de 1% no início da tarde.

Em Wall Street, todos os principais índices entraram em forte queda. Lá, além do crescimento nos casos de coronavírus (foram registrados 73 mil novos infectados nas últimas 24 horas), pesa também as incertezas da eleição presidencial. O índice Dow Jones caía 3% às 13h48, seguido pelo Nasdaq (-3,11%) e o S&P (-2,93%).

As big techs como Apple, Alphabet (controladora do Google) e Microsoft despencavam a 3,03%, 4,63% e 3,78% respectivamente.

Na Europa, o principal índice da zona do euro, o Stoxx 600, caía 2,95% pouco antes das 14h, a 342,18 pontos. O caso mais complicado é o da França, que está próxima de decretar um novo lockdown, mais flexível que o do começo da pandemia, mas ainda assim problemático do ponto de vista dos negócios. Caminho semelhante deve seguir a Alemanha.

Veja também

+ Sandero deixa VW Polo GTS para trás em comparativo
+ Veja os carros mais vendidos em outubro
+ Grave acidente do “Cake Boss” é tema de reportagem especial
+ Ivete Sangalo salva menino de afogamento: “Foi tudo muito rápido”
+ Bandidos armados assaltam restaurante na zona norte do RJ
+ Mulher é empurrada para fora de ônibus após cuspir em homem
+ Caixa substitui pausa no financiamento imobiliário por redução de até 50% na parcela
+ Teve o auxílio emergencial negado? Siga 3 passos para contestar no Dataprev
+ iPhone 12: Apple anuncia quatro modelos com preço a partir de US$ 699 nos EUA
+ Veja mudanças após decisão do STF sobre IPVA
+ T-Cross ganha nova versão PCD; veja preço e fotos
+MasterChef: competidora lava louça durante prova do 12º episódio’
+As 10 picapes diesel mais econômicas do Brasil
+ Cozinheira desiste do Top Chef no 3º episódio e choca jurados
+ Governo estuda estender socorro até o fim de 2020
+ Pragas, pestes, epidemias e pandemias na arte contemporânea
+ Tubarão-martelo morde foil de Michel Bourez no Tahiti. VÍDEO

+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?