Edição nº 1048 08.12 Ver ediçõs anteriores

Melinda Gates e o futuro do trabalho

Melinda Gates e o futuro do trabalho

Em artigo publicado na rede social Linkedin, Melinda Gates, que comanda a Bill & Melinda Gates Foundation, a maior fundação beneficente do mundo, criticou a cultura “workaholic” americana. Para a filantropa, as empresas estão defasadas. “O ambiente de trabalho americano foi concebido supondo-se que os trabalhadores teriam companheiras que ficassem em casa fazendo o trabalho doméstico”, disse. “Isso não era verdade no passado e, definitivamente, não é hoje.” Como resultado, as mulheres, principalmente, acabam sobrecarregadas. “Estamos enviando nossas filhas para um ambiente desenhado para nossos pais”, definiu Melinda, uma das mulheres mais ricas do mundo.

(Nota publicada na Edição 1040 da Revista Dinheiro)


Mais posts

Subsídio para poluir? Oi?

A Câmara dos Deputados deu o primeiro passo, no final de novembro, para aprovar a Medida Provisória 795/2017, mais conhecida como a MP [...]

Decolagem desautorizada

Já passa de 200 o número de voos cancelados na Alemanha em decorrência de protestos de pilotos, que se recusam a transportar migrantes [...]

Ajuda americana

A Coca Cola e a Natura vão liderar um programa de desenvolvimento na região do Médio Juruá, no Amazonas, que conta com investimentos de US$ 2,3 milhões feitos pela USAID, agência de desenvolvimento internacional do governo dos EUA. O projeto visa desenvolver ações nas áreas de educação, saneamento, infraestrutura, acesso à água potável, além de […]

O custo da poluição

Um relatório produzido pela ONU mostra o quanto a poluição do ar custa para a economia global: US$ 5,3 trilhões, o equivalente a 7,2% [...]

Arcabouço regulatório

Até o momento, 29 Estados americanos legalizaram o consumo da cannabis ativa – sete deles, mais o distrito de Columbia, permitem o uso [...]
Ver mais

Copyright © 2017 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicações Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.