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Medicamento Paxlovid, da Pfizer, reduz risco de Covid em idosos independente de status vacinal

Crédito: REUTERS/Jennifer Lorenzini

Estudo sobre medicamento foi conduzido em Israel durante a alta da variante Ômicron (Crédito: REUTERS/Jennifer Lorenzini)



Por Ari Rabinovitch

JERUSALÉM (Reuters) – O tratamento antiviral da Pfizer Paxlovid reduz o risco de hospitalização e morte em pacientes vacinados e não vacinados de 65 anos ou mais, de acordo com um novo estudo conduzido em Israel durante a alta da variante Ômicron do coronavírus.

O medicamento, no entanto, não preveniu quadros mais graves da doença entre adultos mais jovens, de acordo com uma pesquisa da Clalit Health Services, maior operadora de planos de saúde de Israel.

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O uso das pílulas da Pfizer, autorizadas para tratar pessoas recém-infectadas e em risco, para prevenir quadros graves da doença, disparou nos Estados Unidos juntamente com uma alta nas infecções. Autoridades do governo norte-americano incentivaram o uso mais amplo do Paxlovid, que foi adquirido pelo governo e oferecido gratuitamente.


O estudo clínico da Pfizer testou o Paxlovid em pessoas não vacinadas que tinham risco de desenvolver quadros graves da doença, e concluiu que o tratamento com dois medicamentos cortou o risco de hospitalização e morte em 90%. Isso aconteceu durante a onda da variante Delta do vírus.

Houve preocupações, em meio a relatos de rebotes dos sintomas de Covid após pacientes conseguirem melhora depois de tomarem o Paxlovid, de que o tratamento pode não ser tão eficiente em pacientes vacinados.

O estudo israelense, que foi publicado sem revisão por pares, como um pré-print na plataforma online Research Square, inclui dados de quase 110 mil participantes entre 9 de janeiro e 10 de março, quando a variante Ômicron foi a mais dominante do coronavírus no país.

(Reportagem de Ari Rabinovitch)

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