Finanças

Maioria das Bolsas da Europa fecha em alta, com covid, especulação e indicadores

Crédito: Pixabay

O setor financeiro teve algumas das principais altas na sessão. O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,10%, a 403,39 pontos. (Crédito: Pixabay)

As bolsas da Europa fecharam na maioria em alta nesta quinta-feira, 28, com exceção de Londres, em sessão de grande volatilidade. O temor quanto aos movimentos especulativos que vêm ganhando espaço no noticiário dos Estados Unidos junto à cautela por conta do avanço da covid-19, e as dificuldades na vacinação, levaram as bolsas a abrir em baixa. No entanto, ao longo do pregão, alguns indicadores e um menor temor pelos movimentos nos EUA impulsionaram o apetite por risco, levando as bolsas a fechar na maioria com ganhos. O setor financeiro teve algumas das principais altas na sessão.

O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,10%, a 403,39 pontos.

+ Aprovação do WhatsApp Pay pelo BC deve sair até o meio do ano

O mercado começou cauteloso, em meio a dificuldades com a vacinação na Europa, que tem o disputa com a AstraZeneca como um dos grandes símbolos dos obstáculos da imunização. O número de casos e mortes segue alto, com Portugal registrando mais uma vez seu recorde diário de óbitos.



A sinalização é de que as medidas de restrição de mobilidade devem permanecer por algum tempo. Um setor afetado foi o de petróleo, com empresas do setor registrando baixas.

Em Londres, BP (-2,07%) e Royal Dutch Shell (-2,13%) recuaram, pressionando o FTSE 100 a uma baixa de 0,63%, a 6.526,15 pontos. A AstraZeneca (-1,67%) também recuou na praça, no momento em que enfrenta dificuldades para cumprir contratos no prazo para fornecimento de vacinas contra covid-19 a países da Europa.

Depois de ajudar Wall Street a ter seu pior pregão em meses na quarta-feira, os movimentos especulativos pressionaram as bolsas da Europa no começo da sessão. No entanto, com corretoras agindo contra as transações, o temor se dissipou, em parte. Entre especialistas, a expectativa é de que a ofensiva se prove temporária e não traga consequências duradouras. “Embora isso não deva levar a uma correção generalizada, investidores podem ficar sensíveis ao aumento da cobertura midiática”, alerta o Rabobank.

Nos EUA, foi informado que o PIB do país cresceu à taxa anualizada de 4% no quarto trimestre de 2020, o que levou algum otimismo aos mercados.

Na Alemanha, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), subiu 0,8% em janeiro, ante previsão de 0,4%.

Em Frankfurt, o DAX, teve alta de 0,33%, a 13.665,93 pontos, com Commerzbank em alta de 6,24% após anunciar corte de cerca de 10 mil vagas em seu quadro de funcionários.

Na Itália, a crise política vai chegando a um ponto decisivo para a formação de um novo governo, em meio a consultas com o presidente, Sergio Mattarella. No setor financeiro, Banco Bpm (+3,28%) e Bper Banca (+2,26%) tiveram duas das principais altas em Milão, onde o FTSE MIB avançou 1,17% a 21.916,50 pontos.

Em Lisboa, o BCP Millenium subiu 4,26%, e impulsionou o PSI 20 à maior alta dentre as principais bolsas europeias, 1,47%, a 4.855,56 pontos. Deutsche Bank (+1,40%) e BNP Paribas (+1,68%) também impulsionaram praças no continente.

Em Paris, o CAC 40 teve alta de 0,93%, a 5.510,52 pontos.

Veja também
+ Casamento de Ana Maria Braga chega ao fim após marido maltratar funcionários, diz colunista
+ Conheça a eficácia de cada vacina no combate à Covid-19
+ Veja fotos de Karoline Lima, novo affair de Neymar
+ Lázaro Barbosa consegue fugir de novo da polícia após tiroteio
+ Gracyanne Barbosa dança pole dance com novo visual
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Após processar nora, mãe de Medina a acusa de ter destruído sua casa; veja fotos
+ Yasmin Brunet quebra o silêncio
+ Fondue de chocolate com frutas fácil de fazer
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago