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Macron anuncia que França reduzirá sua presença militar no Sahel

Macron anuncia que França reduzirá sua presença militar no Sahel

Soldados da operação anti-jihadista francesa no Sahel, Barkhane, em 30 de maio de 2015 em Gao, norte do Mali - AFP/Arquivos

Passados mais de oito anos, a presença militar francesa no Sahel será reduzida, com o fechamento de bases e uma reorganização da luta anti-jihadista em torno de uma “aliança internacional” com parceiros europeus, anunciou nesta quinta-feira (10) o presidente francês, Emmanuel Macron.

O anúncio foi feito logo após o segundo golpe no Mali em menos de um ano, um movimento que estremeceu as relações entre a França e este país-chave na região, levando Paris a repensar sua presença lá.

“Começaremos uma profunda transformação da nossa presença militar no Sahel”, declarou o presidente francês em entrevista coletiva, referindo-se aos 5.100 soldados da força francesa Barkhane.

Esta transformação implicará “o fim da operação Barkhane como operação estrangeira” e o lançamento de uma “aliança internacional que associa os estados da região e todos os nossos parceiros, estritamente focada na luta contra o terrorismo”, acrescentou.

Em particular, a França quer parar de cuidar da segurança de grandes áreas nas quais os Estados não podem se impor, e se concentrará na luta anti-jihadista. O presidente não forneceu cifras concretas, mas mencionou que o número de bases francesas na região será reduzido.

Em 2023, deveriam haver cerca de 2.500 soldados franceses na região, disse uma fonte próxima ao dossiê à AFP.

“O número de soldados franceses que permanecerão ainda não foi decidido, pode ser de vários milhares. Ainda haverá uma presença significativa”, disse o Eliseu, acrescentando que as tropas podem deixar o norte do Mali no outono boreal.

A partir de agora, o combate ao terrorismo será feito “com forças especiais estruturadas em torno [da operação] Takuba com, obviamente, uma forte componente francesa, com várias centenas de soldados, e forças africanas, europeias, internacionais”, disse Macron.

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