Dinheiro em Ação

Lucro da XP cresce 148% no segundo trimestre

Crédito: Gabriel Reis

A XP Inc. registrou lucro líquido ajustado de R$ 565 milhões no segundo trimestre, alta de 148% em relação ao mesmo período do ano anterior, informa o relatório de resultados financeiros da companhia, divulgados na terça-feira (11). A XP obteve crescimento expressivo de 81% no número de clientes, chegando à marca de 2,36 milhões no período. O total de ativos sob custódia da companhia de Guilherme Benchimol fechou o segundo trimestre em R$ 436 bilhões, superando o montante verificado ao final de 2019. O volume representa crescimento de 59% em um ano. A receita bruta, que totalizou R$ 2 bilhões, teve alta de 65%. Nos últimos meses, a XP anunciou medidas visando o fortalecimento de seu ecossistema e a geração de valor sustentável no longo prazo. Entre eles estão a adoção permanente do modelo de trabalho remoto e a idealização de uma sede sustentável, além da criação uma diretoria de ESG (siga em inglês para governança ambiental, social e corporativa), com o lançamento de fundos ESG e o compromisso de ter ao menos 50% de mulheres entre todos os colaboradores até 2025.

BALANÇO
2 Receita do BTG Pactual chega a R$ 2,49 bilhões no 2 trimestre

O lucro líquido do Banco BTG Pactual atingiu R$ 987 milhões no segundo trimestre de 2020, informou a empresa. As receitas totais alcançaram R$ 2,49 bilhões, crescimento de 63,6% em relação ao último trimestre e de 13,8% sobre o mesmo período do ano anterior (R$ 1,52 bilhão). Em Asset Management, o total de ativos sob gestão em 30 de junho de 2020 somou R$ 304 bilhões, 34,2% acima do registrado na mesma data de 2019. Em Wealth Management, o volume sob gestão somou R$ 193,4 bilhões, avanço de 36,2% quando comparado ao segundo trimestre de 2019. Já a receita em Investment Banking no trimestre foi de R$ 221,7 milhões, 19,2% acima do mesmo período em 2019.

FGTS
Conselho aprova distribuição de R$ 7,5 bi para os trabalhadores

O conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou, na terça-feira (11), a distribuição para os trabalhadores de R$ 7,5 bilhões. O montante corresponde a 66% do lucro total, que chegou a R$ 11,324 bilhões no ano passado. Os recursos serão destinados aos cotistas com saldo em conta em 31 de dezembro de 2019. Os depósitos nas contas devem ser feitos até 31 de agosto. Segundo o relatório do Conselho, o valor a ser distribuído de forma proporcional aos saldos das contas vinculadas, com os juros e atualização monetárias obrigatórios do FGTS, representarão uma rentabilidade total de 4,9% no ano de 2019, ou seja, superior à inflação do ano anterior, que foi de 4,31%.

META
Corretora busca liderança entre fundos

A Warren quer se tornar uma das maiores corretoras de fundos imobiliários do Brasil. Para alcançar esse objetivo, a companhia anunciou a criação de uma diretoria voltada especificamente a FIIs, que ficará sob o comando de Gustavo Kosnitzer, ex-Rossi Residencial e Grupo Cassol. Kosnitzer possui 25 anos de experiência em real estate. A meta do novo executivo é captar R$ 400 milhões até dezembro deste ano e chegar à marca de R$ 1 bilhão em 2021. A Warren opera no mercado há três anos, conta com 140 mil clientes e tem R$ 2 bilhões em ativos sob gestão. Outra meta é multiplicar esse patrimônio por cinco até o fim de 2021 e chegar à marca de R$ 10 bilhões.

CRÉDITO
Caixa retoma crédito atrelado ao IPCA

André Coelho

O presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, afirmou na terça-feira (11), em evento promovido pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, que a instituição retomou o processo de securitização do crédito imobiliário atrelado ao IPCA. Segundo ele, os empréstimos nesta modalidade dentro do banco já atingiram R$ 10 bilhões, mas estavam suspensos por causa da pandemia de coronavírus, que paralisou a economia em um primeiro momento. A instituição também estuda a possibilidade de aumentar o comprometimento de renda, atualmente em 20%, mas destacou que ainda não tem nada formalizado.

FUSÃO
Anúncio da Stone eleva preço de ações

O anúncio de que a Stone estava prestes a fechar um acordo para aquisição da Linx fez com que as ações das duas companhias disparassem na terça-feira (11). Na B3, o preço da ação da Linx fechou a R$ 34,40, alta de 31,5%. No caso da Stone, que negocia seus ativos na Nasdaq, a ação chegou a US$ 55, na máxima, e fechou com valorização de 11%, a US$ 52,39. A Stone é uma fintech focada em pequenos e médios empreendedores, enquanto a Linx é uma das empresas líderes em software de gestão para o varejo, possuindo mais de 70 mil clientes e 100 mil pontos de venda, que geram anualmente cerca de R$ 300 bilhões de GMV. A transação está condicionada à aprovação pelos acionistas.

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