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Lotus revela seu primeiro super esportivo elétrico, o Evija de US$ 2 milhões

A Lotus revelou seu primeiro super esportivo 100% elétrico, o Evija, primeiro modelo da marca sob controla da chinesa Geely, que também controla a Volvo

Lotus revela seu primeiro super esportivo elétrico, o Evija de US$ 2 milhões

No Brasil a Lotus é conhecida por ter sido a equipe responsável pelo primeiro título mundial de Emerson Fittipaldi, além de ter sido casa de Ayrton Senna no início de sua carreira. Porém há muito longe das pistas (apesar de um retorno infrutífero no século XXI), nas ruas e estradas o nome eternizado por Colin Chapman continua presente, e agora mais moderno do que nunca. Em evento realizado nesta terça-feira (16), a montadora revelou ao público seu primeiro super esportivo 100% elétrico, o Evija, nome que que significa “primeiro a existir”, em alusão a história de pioneirismo da marca.

O novo modelo conta com 1973 cavalos de potencia e atinge 100km/h em menos de três segundos, podendo chegar a uma velocidade máxima de 320 km/h. O Evija custará US$ 2,1 milhões e será o primeiro montadora da montado sob comando da chinesa Geely, que também controla a Volvo, e faz parte da estratégia de “reestabelecer a marca nos corações e mentes dos fãs de carros esportivos”, disse o CEO da Lotus, Phil Popham.

Diferentes de outros esportivos que buscam um design harmonioso e chamativo, o Evija tem o foco no desempenho. Com desenho baseado nos carros de Le Mans, você não vai encontrar nada desnecessário na carroceria do carro, nem mesmo retrovisores, tudo em prol da velocidade. Para sanar o problema da falta de espelhos laterais, o carro conta com câmeras localizadas na parte de baixo das portas gaivota.

Por dentro o desenho lembra os painéis de carros de corrida dos anos 1950, com poucos botões, e um painel que consegue realizar diversas funções. O volante lembra um de Fórmula 1, retangular e cheio de controles a distância dos dedos do motorista.

Mas com todo este desempenho, se questiona a durabilidade e tempo para carregar a bateria. Mas a Lotus pensou nisso, e colocou no carro uma capaz de rodar 400 quilômetros e carregar em apenas nove minutos.