Coluna

Liga Árabe se torna terceiro maior parceiro comercial do Brasil

Crédito: Extreme-photographer

A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira divulgou, na terça-feira 28, um número que mostra que a relação entre o Brasil e os países da Liga Árabe vai cada vez melhor. No ano passado, o bloco comprou US$ 12,2 bilhões de produtos brasileiros, o que significa uma alta de 6,3% em relação a 2018. Os números fazem da Liga Árabe o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China (US$ 65,4 bilhões) e dos Estados Unidos (US$ 29,5 bilhões). Os 22 países que formam o bloco responderam, ainda, por 11,3% (US$ 5,2 bilhões) do saldo positivo da balança comercial brasileira. As exportações do Brasil à região foram lideradas por frango, açúcar, minério de ferro, carne bovina e grãos. Entre as nações do bloco, os dois maiores destaques foram Iraque (alta de 16,2%) e Emirados Árabes (salto de 12,2%). “Enquanto o mundo todo comprou 7,5% menos do Brasil, os países árabes ampliaram pedidos, reforçando a importância dessa parceria”, afirmou o presidente da Câmara Árabe, Rubens Hannun. Por tudo isso, a entidade está confiante de que a Liga Árabe continuará sendo um importante aliado estratégico e comercial do Brasil nos próximos anos.

“É o garoto lá. O presidente do BNDES. Conheço, por coincidência, desde pequeno. É um jovem bem intencionado. Mas está errado. Tem coisa esquisita aí”

Marcos Corrêa

O presidente Jair Bolsonaro, referindo ao presidente do BNDES, Gustavo Montezano, 39 anos, que, por coincidência, é muito amigo do deputado federal Eduardo Bolsonaro, que, por coincidência, é filho do presidente. O assunto em questão era a auditoria encomendada pelo BNDES para apurar supostas irregularidades na própria instituição. Por coincidência, o processo não deu em nada, mas custou R$ 48 milhões (ver reportagem à página 20).

Investimentos das estatais federais caem 31,3% em 2019

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Na terça-feira 28, o Diário Oficial da União (DOU) publicou portaria do Ministério da Economia revelando que as empresas estatais federais investiram R$ 58,3 bilhões no ano passado. O valor é 31,3% inferior aos investimentos feitos em 2018, que foram de R$ 84,8 bilhões. Além disso, a execução do orçamento federal também sofreu corte. No ano passado, as 85 empresas públicas avaliadas pelo governo investiram menos da metade (45,7%) da verba total, que era de R$ 127,6 bilhões. Em 2018, esse índice foi de 64,5%, de um total de R$ 131,4 bilhões que podiam ser aplicados em investimentos. Em 2019, a estatal que mais investiu no País foi a Petrobras, que aplicou R$ 50,9 bilhões. Ainda assim, a cifra significa um recuo de 36% em relação a 2018.

Netflix chega a quase 15 milhões de assinantes no Brasil

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Gigante mundial de streaming, a Netflix está celebrando quase 15 milhões de assinantes no Brasil. Como, segundo estudos da própria companhia, cada assinatura é compartilhada, em média, por quatro pessoas, esse número pode representar cerca de 60 milhões de usuários. Em relação à quantidade de assinantes, a cifra da Netflix se aproxima bastante do total de contratos de TV paga no País, que gira em torno de 17 milhões. Animada com o crescimento nacional, a empresa de entretenimento já projeta fechar este ano na casa dos 16 milhões de assinaturas. Os desafios para a Netflix, porém, não são pequenos. A companhia tem enfrentado a gana de dois grandes concorrentes globais: Amazon Prime e Disney, cujos serviços de streaming têm conquistado espaço – e clientes – ao redor do mundo.

Bitcoin salta com coronavírus

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Enquanto a economia mundial está em pânico com os efeitos do coronavírus, o bitcoin registrou alta de quase 15% em apenas cinco dias. Dos R$ 34,5 mil que estava valendo no sábado 25, a criptomoeda saltou para R$ 39,5 mil, na quarta-feira 29. O que acontece é que, temendo o estrago que o vírus que surgiu na China – a segunda maior economia do planeta – já causou e ainda pode causar nos mercados mundo afora, investidores de todas as partes estão optando por colocar seu dinheiro num setor que, neste momento, se mostra mais seguro – ou, no mínimo, menos arriscado. O Brasil não fica de fora desse movimento. Na segunda-feira 27, por exemplo, enquanto o Ibovespa caía mais de 3%, a moeda digital registrava valorização de quase 5%, chegando perto dos R$ 38 mil. E essa tendência deve continuar. Muitos especialistas em criptomoedas acreditam que o biticoin pode superar os R$ 100 mil ainda este ano.

Azul ganha força

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Na terça-feira 27, as ações da Azul tiveram valorização de 8,6% na Bovespa. O salto foi motivado pelo informe da companhia, anunciando que pretende subarrendar aviões Embraer E195 e atualizar seu plano de frota de cinco anos. A empresa acredita que o negócio pode gerar cerca de R$ 5 bilhões de Ebtida até 2027.

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