Edição nº 1109 22.02 Ver ediçõs anteriores

Licença para ver as horas

O Rolex usado pelo personagem James Bond, interpretado pelo ator britânico Timothy Dalton no filme Licença para Matar (1989), será uma das atrações de um leilão da casa inglesa Fellows Auctioneers, em 30 de outubro. O modelo é um Rolman Submariner, que foi destaque ao aparecer no pulso do agente secreto durante uma cena de perseguição em que ele pilotava um caminhão-tanque. Na filmagem, o acessório sofreu danos, mas foi reparado. O comprador receberá documentos comprovando como o relógio foi consertado, garantia de autenticidade de que pertencia a EON Productions, a produtora do filme, e um pacote de fotos dos bastidores. A expectativa é que seja vendido por US$ 117,3 mil.

(Nota publicada na Edição 1090 da Revista Dinheiro)


Mais posts

Hospede-se em Mônaco como um príncipe

O hotel Paris Monte-Carlo, em Mônaco, acaba de inaugurar uma suíte de 600 m² em homenagem ao Príncipe Rainer III, que reinou no pequeno [...]

Mala com freada original de fábrica

A Mercedes-Benz, em parceria com a marca alemã de design Destroy vs, criou uma coleção de malas e bolsas que já vêm “atropeladas” de [...]

Donald Trump não mora mais aqui

“Wareham Place 85-15”, a casa no Queens, Nova York, onde o presidente Donald Trump passou a infância, está à venda por US$ 2,9 milhões. [...]

Um iate no seu pulso

A grife de relógios Ulysse Nardin resolveu ancorar um iate no seu braço. O novo modelo Marine Mega Yacht – continuação do Marine Grand [...]

Quando o luxo é sustentável

A Regent Seven Seas, companhia de cruzeiros de luxo, vai eliminar as garras plásticas da frota. A empresa passa a utilizar o Vero [...]
Ver mais
X

Copyright © 2019 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.