Justiça de olho nos negócios

Pelo menos 5.740 novos casos de conflitos empresariais chegaram à Justiça paulista entre janeiro de 2013 e agosto de 2016, o equivalente a 130 por mês. Como os processos costumam ser volumosos, o Órgão Especial, que reúne os desembargadores mais antigos e os eleitos da primeira turma do Tribunal, autorizou a criação, em dezembro de 2016, de até três varas civis que poderão se tornar varas Empresariais e de Conflitos de Arbitragem, assim como ocorre com as varas de Falências e de Recuperação Judicial. “A especialização da justiça comum tende a trazer maior tecnicidade nas decisões”, afirma José Nantala Bádue Freire, do Peixoto & Cury Advogados.

(Nota publicada na Edição 1007 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Gabriel Baldocchi, Márcio Kroehn e Paula Bezerra)


Mais posts

Carbono neutro na Rhodia

A Rhodia (Grupo Solvay) fechou 2019 com um índice de 96% de redução de suas emissões de carbono no conjunto industrial químico de [...]

Evento brasileiro tipo exportação

O ERP Summit, considerado o maior evento brasileiro sobre software e gestão, terá uma edição no México, em 2020. O novo destino é parte [...]

A força da Toyota no País

A boa reputação da montadora japonesa Toyota no mercado brasileiro tem ajudado a companhia a impulsionar também sua divisão de luxo, a [...]

Bravo foca em inteligência artificial

Após a criação da Bravo Discovery – focada em Data Analytics – a Bravo GRC dá mais um passo em sua estratégia de negócios orientada para a transformação digital. A partir de março, a sua Inteligência Artificial será lançada no mercado: a Aila. Será a primeira IA orientada exclusivamente para governança, risco e compliance (GRC). […]

Menu australiano no prato dos cearenses

A rede de restaurantes de frutos do mar Coco Bambu, do empresário cearense Afrânio Barreira, está negociando com dois fundos de [...]
Ver mais

Copyright © 2020 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.