Giro

Juiz determina libertação de acusados de massacre de escola em Suzano

Uma decisão da Justiça de São Paulo de 28 de fevereiro libertou quatro acusados de participação no massacre da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo. A tragédia, que terminou com dez mortos, completa um ano nesta sexta-feira, 13.

O juiz Fernando Augusto Andrade Conceição, da 2ª Vara Criminal de Suzano, determinou que “Cristiano Cardias de Souza, “vulgo” Cabelo; Adeilton Pereira dos Santos; Geraldo de Oliveira dos Santos, “vulgo” Buiú; e Márcio Germano Masson, “vulgo” Alemão” não devem ser acusados de homicídio no caso da chacina. O magistrado, porém, condenou “Cabelo” e “Buiú” por tráfico de arma de fogo, com pena de quatro anos de reclusão. A decisão avisa ainda que “absolve” Alemão.

Conceição decidiu ainda converter as penas de “Cabelo” e “Buiú” em penas restritivas de direito, podendo os dois ficarem em liberdade, com prestação de serviço comunitário. O réu Adeilton também obteve direito de recorrer em liberdade. Os três já foram libertados, mas o Ministério Público Estadual pretende recorrer da decisão. De acordo com a MP, a promotoria entende que Cristiano e Geraldo “agiram com manifesto dolo eventual e devem ser submetidos ao Tribunal do Júri”.



Veja também
+ Até 2019, havia mais gente nas prisões do que na bolsa de valores do Brasil
+ Geisy reclama de censura em rede social: “O Instagram tá me perseguindo”
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Nicole Bahls já havia sido alertada sobre infidelidade do ex-marido
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Chef playmate cria receita afrodisíaca para o Dia do Orgasmo
+ Mercedes-Benz Sprinter ganha versão motorhome
+ Anorexia, um transtorno alimentar que pode levar à morte
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Yasmin Brunet quebra o silêncio
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago