Economia

IPC-S desacelera a 1,29% na 2ª prévia de outubro, após 1,43% na anterior, diz FGV

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) arrefeceu a 1,29% na segunda quadrissemana de outubro, após 1,43% na primeira leitura. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador acumula alta de 10,29% em 12 meses, menor do que o avanço de 10,45% no período até a primeira quadrissemana.



Das oito categorias de despesas que compõem o indicador, três registraram desaceleração da primeira para a segunda quadrissemana de outubro, com destaque para Habitação, que recuou de 2,03% para 1,34%. O item com maior influência nesse segmento foi tarifa de eletricidade residencial, a 3,93%, após 6,35% na primeira medição do mês.

Transportes (1,37% para 1,10%) e Comunicação (0,45% para 0,34%) também apresentaram decréscimo na taxa de variação. Nessas classes de despesa, os itens com arrefecimento mais notável foram gasolina (2,79% para 2,14%) e combo de telefonia, internet e TV por assinatura (0,95% para 0,44%).

Por outro lado, Educação, Leitura e Recreação (4,14% para 4,62%), Alimentação (1,25% para 1,31%), Vestuário (0,40% para 0,58%), Despesas Diversas (0,19% para 0,27%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,11% para 0,14%) avançaram em relação à primeira quadrissemana.

O avanço teve forte influência dos itens passagem aérea (27,47% para 30,57%), hortaliças e legumes (4,62% para 7,37%), roupas masculinas (0,50% para 0,92%), cigarros (0,72% para 0,96%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,13% para -0,07%).



Influências individuais

Perfume (-1,38% para -1,45%), cebola (-4,73% para -5,17%) e aparelho telefônico celular (-0,61% para -0,45%) foram os itens que mais contribuíram para o alívio no IPC-S da segunda quadrissemana de outubro. Arroz (-1,10% para -1,03%) e alface (-2,84% para -3,74%) completam a lista.

Na outra direção, passagem aérea (27,47% para 30,57%), tarifa de eletricidade residencial (6,35% para 3,93%) e gasolina (2,79% para 2,14%) puxaram o indicador para cima, seguidos de tomate (12,17% para 19,31%) e gás de bujão (4,73% para 3,85%).


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