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Instagram permite que usuários exibam seus pronomes de preferência

Instagram permite que usuários exibam seus pronomes de preferência

Os usuários do Instagram agora podem exibir o pronome pelo qual desejam ser chamados, independentemente de seu sexo biológico, uma tendência que está lentamente ganhando terreno nos Estados Unidos e em vários outros países - AFP/Arquivos

Os usuários do Instagram agora podem exibir o pronome pelo qual desejam ser chamados, independentemente de seu sexo de nascimento, uma tendência que vem ganhando força nos Estados Unidos e vários outros países.

“Adicione pronomes ao seu perfil”, publicou no Twitter na terça-feira o aplicativo de compartilhamento de fotos e vídeos, utilizado por mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo.

O novo campo a ser preenchido é opcional, e o usuário pode decidir se seus pronomes aparecem em seu perfil público ou apenas para seus seguidores.

Por exemplo, uma mulher que se identifica como tal pode exibir “she/her”, os pronomes femininos em inglês.

Os neutros “they/them” são cada vez mais comuns nos Estados Unidos, usados por pessoas não-binárias, que não se identificam como homem nem mulher. A fim de aumentar a inclusão, cada vez mais aplicativos oferecem essa opção.

Nas principais cidades norte-americanas, as lojas colocaram cartazes com mensagens como: “Por favor, não presuma os pronomes de nossos funcionários.”

Em empresas ou em aulas em grupo, os funcionários ou participantes são cada vez mais convidados a se apresentarem com seu nome e pronome.

“Compartilhar seu pronome tem sido amplamente adotado por nossos usuários e, com essa ferramenta, esperamos normalizar um pouco mais essa prática”, disse um porta-voz do Facebook, dono da popular plataforma.

“Temos vários pronomes disponíveis e estamos abertos a comentários de nossa comunidade se tivermos omitido algum que deveria ser incluído.”

O recurso já está disponível em alguns países, mas não foram especificados quais, porém, a rede social indicou que a novidade será ampliada a outros locais.

A GLAAD, uma ONG que monitora a representação das pessoas LGBTQ na mídia, publicou na segunda-feira seu primeiro relatório sobre discriminação contra gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e não-binários nas redes sociais.

De acordo com o estudo, 64% dos usuários LGBTQ relataram ter sofrido assédio ou comentários de ódio nas principais plataformas – Facebook, Instagram, YouTube, TikTok e Twitter.

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