Economia

Inflação medida pelo IGP-M não varia no 2º decêndio de fevereiro

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), não registrou variação no segundo período de 10 dias de fevereiro. A tomada de preços foi feita entre 21 de janeiro e 10 de fevereiro e comparada com a coleta feita entre 21 de dezembro e 20 de janeiro. No período anterior, a taxa havia subido 0,57%.

Entre os componentes do IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve variação negativa, passando de 0,67% para -0,15%. Por estágios de processamento, os bens finais caíram 1,18% no segundo decêndio de fevereiro, depois de subir 0,70% no segundo período de 10 dias de janeiro. A principal contribuição foi do subgrupo alimentos processados, com a taxa passando de 1,28% para -3,29%.

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Os bens intermediários variaram -0,12%, depois de subir 1,24% no período anterior, com destaque para o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa foi de 4,70% para -2,77%. Para o grupo matérias-primas brutas, a taxa ficou em 0,92% em fevereiro, frente ao 0,03% de janeiro. Os destaques no grupo foram os itens minério de ferro (0,24% para 3,80%), bovinos (-5,39% para -2,23%) e mandioca (-3,59% para 5,49%). As maiores quedas foram registradas nos itens soja em grão (-1,38% para -3,34%), café em grão (0,03% para -7,33%) e suínos (3,58% para-7,42%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,25% no segundo decêndio de fevereiro, ante 0,45% da coleta anterior, com cinco das oito classes de despesa apresentando decréscimo. Alimentação passou de 1,22% para 0,25%, transportes foram de 0,89% para 0,15%, vestuário passou de 0,44% para -0,31%, Despesas diversas foram de 0,30% para 0,16% e comunicação passou de 0,16% para 0,04%.

As maiores baixas foram registradas nas carnes bovinas (2,74% para -4,38%), na gasolina (2,52% para -0,42%), nas roupas (0,32% para -0,35%), nos serviços bancários (0,33% para 0,10%) e na TV por assinatura (1,02% para 0,13%).

Tiveram aumento as classes educação, leitura e recreação (0,01% para 1,44%), habitação (-0,20% para -0,08%) e saúde e cuidados pessoais (0,37% para 0,41%). As maiores influências foram das passagens aéreas (-9,58% para 4,95%), eletricidade residencial (-1,24% para -0,83%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,46% para 0,69%).

Último componente do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,44% no segundo decêndio de fevereiro, após alta de 0,17%. Materiais e equipamentos passaram de 0,20% para 0,86%, serviços foram de 0,23% para 1,02% e mão de obra passou de 0,14% para 0,06% no período.

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