Economia

Índice de produção da indústria sobe para 52,6 pontos em outubro

Ao contrário do que ocorreu nos últimos dois anos, a produção industrial cresceu na passagem de setembro para outubro, de acordo com a Sondagem Industrial divulgada nesta segunda-feira, 27, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em uma escala na qual valores acima dos 50 pontos indicam expansão da atividade, o índice de evolução da produção registrou 52,6 pontos no mês passado. Em setembro, o índice havia ficado em 48,1 pontos, indicando redução em relação a agosto.

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) subiu 1 ponto porcentual em outubro e chegou a 67%. O nível de ociosidade na indústria ficou 2 pontos porcentuais menor que o verificado no mesmo mês do ano passado. “Ainda assim, é um porcentual reduzido, pois está 7 pontos porcentuais abaixo da média para o mês entre 2011 (início da série) e 2014”, avaliou a CNI, no documento.

Também medido pela sondagem, o índice de evolução do número de empregados indicou uma interrupção no ciclo de demissões em outubro, com o indicador chegando a 49,7 pontos, praticamente na linha divisória dos 50 pontos que denota estabilidade no emprego. Essa foi a primeira vez desde novembro de 2013 que o índice não registrou queda nas vagas de trabalho da indústria.

Após registrar 50,9 pontos em setembro, o índice de estoques efetivos/planejados recuou para 49,9 pontos em outubro. Isso indica que o pequeno excesso de estoques verificado no mês anterior foi reduzido, com o indicador retornando para mais próximo dos 50 pontos que indicam que a produção estocada está conforme o planejado pelas empresas.



O documento da CNI também mostra que as expectativas da indústria se reduziram em novembro, mas continuaram positivas. A expectativa de demanda caiu de 55,7 pontos em outubro para 54,4 pontos neste mês; a de compra de matérias-primas recuou de 53,2 pontos para 52,5 pontos; e a de exportações retraiu de 52,9 pontos para 52,2 pontos.

Já o índice de intenção de investimento cresceu 1 ponto em novembro e chegou a 50,6 pontos, o maior patamar desde fevereiro de 2015. Na comparação com o penúltimo mês do ano passado, a alta no indicador foi de 6,7 pontos.

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