Economia

IIF: níveis fiscais de pré-pandemia não garantem estabilização da dívida no País

Os níveis fiscais de antes da pandemia não garantem estabilização da dívida no Brasil e em países como Índia e África do Sul, avaliou nesta terça-feira, 23, o Instituto de Finança Internacional, (IIF na sigla em inglês), em relatório. Para o IIF, mesmo que os custos de empréstimos se mantivessem estáveis nos países emergentes, o espaço fiscal seria limitado.

No entanto, diz o IIF, os ajustes necessários para a sustentabilidade da dívida parecem “razoáveis” para a maioria dos países analisados, com exceção da África do Sul.

O IIF utiliza como pressuposto crescimento potencial ao redor de 2% para Brasil e México, 2,7% na Colômbia e 1,5% na África do Sul.

“Num contexto de taxas de juro baixas, Colômbia e México não precisariam de ajustes, mas outros países estão mais distantes da estabilização da dívida”, observa o estudo.



No caso do Brasil, o IIF avalia que seria necessário um corte de gastos de cerca de 2,5% do PIB para que a dívida fosse estabilizada.

A África do Sul é o país com situação mais delicada entre os estudados, dada a erosão da disciplina fiscal na última década.

Veja também

+ 5 benefícios do jejum intermitente além de emagrecer
+ Jovem morre após queda de 50 metros durante prática de Slackline Highline
+ Conheça o phloeodes diabolicus "o besouro indestrutível"
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel