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“Hoje temos como prospecção mercados como Nordeste, interior de São Paulo e Sul do Brasil”, diz CEO da CNA


No programa MOEDA FORTE desta semana, Carlos Sambrana, diretor de redação da ISTOÉ DINHEIRO, recebe Décio Pecin, CEO da rede de escolas de idiomas CNA. Com 45 anos de história, 600 unidades e faturamento anual de R$ 800 milhões, a companhia prevê a abertura de mais 150 unidades até 2020.

Neste primeiro bloco, Pecin conta que a CNA começou o franchinsing em 1988. “A primeira franqueadora está conosco até hoje”, afirma. Hoje, a maciça maioria das 600 unidades é franqueada. De acordo com o executivo, mesmo durante os últimos anos de crise no Brasil, a CNA continuou investindo na renovação dos materiais didáticos da rede. Pecin explica que todas as vezes que tentaram fechar uma fusão ou aquisição, houve colisão de marcas e escolas dentro de uma mesma região. “Preferimos olhar mais para o crescimento orgânico dentro da nossa própria rede”, explica.