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H&M deixa de comprar couro brasileiro por causa da Amazônia

Crédito: Divulgação

A unidade da H&M em Nuremberg armazenava informações ilegais dos funcionários em um espaço controlado por gestores (Crédito: Divulgação)

A empresa de moda sueca Hennes & Mauritz, mais conhecida pelas iniciais H&M, suspendeu a compra de couro do Brasil na quinta-feira 5. O motivo, claro, são as queimadas na Amazônia. Em comunicado, a empresa declarou que a compra estará suspensa até que o país comprove que a criação bovina é sustentável e não contribui para danos ambientais na floresta.

O Ministério da Agricultura reagiu e disse que vai provar aos importadores de produtos brasileiros que nosso agronegócio é ecologicamente sustentável e que não há motivo para suspeição.

Presente em 69 países, a H&M, no entanto, usa a Amazônia para melhorar sua imagem. No ano passado, ela veiculou uma propaganda com um garoto negro que usava um casaco de couro e o slogan “coolest monkey in the jungle” (“o macaco mais bacana da floreta”). A propaganda foi com razão considerada racista e a H&M vive pedindo desculpas desde então. Com suas folclóricas trapalhadas, o “Capitão Motosserra” acabou funcionando como marqueteiro da marca.



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