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Golpe da maquininha: como evitar a fraude que cresceu na pandemia

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O golpe da maquininha pode fazer vítimas de várias maneiras (Crédito: Pixabay)

Desde o início da pandemia causada pelo novo coronavírus, as vendas por aplicativos de entrega cresceram e com elas os golpes da maquininha. Essas fraudes podem fazer vítimas de várias maneiras. Em algumas situações, o entregador solicita um valor além do pago pelo aplicativo e, em outras, a máquina de cartão apresenta defeitos na tela e não é possível consultar o valor, que é exibido à parte, em um celular.

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, todas as empresas e pessoas que participaram da relação de consumo são solidariamente responsáveis pela reparação dos danos causados ao consumidor. É importante registrar a reclamação no Procon ou nos sistemas eletrônicos de registros de reclamações públicos, como o consumidor.gov.br.



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“Com a pandemia esses golpes aumentaram muito. Quem for vítima e for cobrado em valor incorreto, deve acionar o Procon. Nós iremos apurar a responsabilidade da empresa e acionar a polícia. As empresas de delivery devem responder pelos problemas e ressarcir o consumidor”, afirma Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP.

Confira algumas dicas para evitar cair no golpe da maquininha:

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  • Recusar o pagamento se a máquina estiver com o visor quebrado ou não permitir a leitura do valor cobrado;
  • Não passar seus dados por telefone;
  • Não entregar o cartão para o entregador;
  • Desconfiar caso o entregador informe que é necessário pagar algum valor extra;
  • Em caso de dúvida ou ocorrência diferente, deve entrar em contato com o local onde pediu a comida ou produto;
  • Evitar pagar fisicamente. Caso haja fraude na cobrança feita no aplicativo, a empresa torna-se responsável.