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Gerdau compra parte da Brasil ao Cubo por R$ 60 milhões

Crédito: Divulgação/Gerdau

Construção do centro de tratamento para covid-19, em Porto Alegre, erguido a partir do método construtivo da Brasil ao Cubo (Crédito: Divulgação/Gerdau)

A Gerdau anunciou nesta terça-feira (3) o investimento na participação de um terço da construtech Brasil ao Cubo, pelo valor de RS$ 60 milhões. Os outros dois terços da companhia seguem sob controle dos sócios-fundadores.

A Brasil ao Cubo é especializada na técnica de construção modular off-site, ou seja, desenvolve obras que não acontecem no terreno, mas dentro de um parque fabril, com maior controle dos processos envolvidos.

Segundo a Gerdau, essa técnica entrega obras em caráter definitivo e com velocidade quatro vezes maior que um projeto comum, economizando tempo e dinheiro.

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“No início deste ano, a Brasil ao Cubo uniu-se à Gerdau e outras empresas parceiras para construir dois hospitais dedicados ao combate à covid-19 nas cidades de São Paulo e Porto Alegre, com mais de 160 leitos que ficam de legado à população. A construção do hospital na capital gaúcha, em 30 dias, foi um recorde na história da construção hospitalar no Brasil”, disse, por nota, o CEO da Gerdau, Gustavo Werneck.

Durante um programa de aceleração da Gerdau realizado em 2019, a produtora de aço teve a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento do modelo de negócio da Brasil ao Cubo. Em meio ao processo de aceleração, a construtech registrou aumento expressivo de 40 vezes em seu faturamento.

Atualmente, a Brasil ao Cubo conta com 300 colaboradores e possui sede em Tubarão (SC), onde está localizado seu parque fabril.

“Estamos muito contentes com a chegada da Gerdau. Além da parceria que agrega muito em sinergias e gestão de negócio, iremos avançar com nosso plano de expansão, que inclui a construção de um novo e estratégico parque fabril, aumentando a capacidade produtiva da Brasil ao Cubo. As novas instalações, alinhadas aos conceitos de sustentabilidade, Indústria 4.0 e automatização, nos permitirão atender grande parte do mercado de construção modular no País, hoje estimado em cerca de R$ 150 bilhões, com a perspectiva de dobrarmos o nosso faturamento em 2021”, avaliou o  CEO da Brasil ao Cubo, Ricardo Mateus.

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