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Fundador da Microsoft lança maior avião do mundo para mandar foguetes ao espaço

Imagine uma avião cuja a distância de asa a asa tenha quase o tamanho de um campo de futebol. Ele existe, e está prestes a alçar voo.

Trata-se do Stratolaunch, aeronave que recebe o título de maior do mundo e tem voo inaugural marcado para setembro. Para entender o tamanho da obra, o maior avião comercial do mundo, o A380 da Airbus, tem envergadura de 79 metros. A enormidade do projeto é justificada pelo seu propósito: ser uma plataforma para lançar foguetes no espaço.

O projeto é bancado pelo fundador da Apple, Paul Allen, que como fã de ficção científica sempre teve fascinação por foguetes. O hobby virou negócio quando o empresário conheceu Burt Rutan, designer de conceitos inusitados de avião com sua empresa, a Scaled Composites.

Simulação do avião com o foguete acoplado

Da parceria nasceu a Space Ship One, que buscava popularizar viagens espaciais e chegou a levar alguns clientes para a órbita terrestre na metade dos anos 2000. Após alguns anos afastados, a dupla voltou a trabalhar junta quando Rutan veio com o projeto de um avião para lançar foguetes no espaço, o Stratolauch, capaz de decolar com peso de 589 toneladas e com com 128 km de fios e com um design que lembra um barco tipo catamarã com seus dois cascos paralelos.

Para construir a asa de 117 metros, os engenheiros do projeto tiveram que desenvolver técnica única. Para tal, mantinham o material da asa sob pressão constante para depois dar rigidez “cozinhando” ele.

Como medidas de manter custos, o projeto se utilizou de peças de outros aviões, como seis motores de Boeing 747. Agora o maior desafio da aeronave é pousar. Como cabine do piloto fica somente na fuselagem direita, tocar os trens de pouso ao mesmo tempo é um grande desafio, e qualquer erro pode desencadear uma catástrofe.

Allen iniciou seu projeto com o intutio de popularizar viagens espaciais. Porém com a concorrência de Elon Musk e sua SpaceX e Jeff Bezos com a Blue Origin, o fundador da Microsoft mudou o foco da empreitada, focando na popularização do lançamento de satélites na órbita terrestre. Segundo Allen, o projeto permitirá o lançamento por US$30 milhões, metade do preço oferecido pela SpaceX. A expectativa é que isto ocorra em 2022.

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