Economia

FGV: IPC-S desacelera a 0,48% na 1ª quadrissemana de setembro, de 0,53% em agosto

Crédito: Tania Rego/Agência Brasil

Serviços de saúde e cuidados pessoais, como dentistas, seguraram a alta do índice (Crédito: Tania Rego/Agência Brasil)

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) perdeu tração na passagem de agosto para setembro e registrou alta de 0,48% na primeira quadrissemana do nono mês, informou nesta terça-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa ficou 0,05 ponto porcentual abaixo da registrada no fechamento de agosto, quando o indicador subiu 0,53%.

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Quatro das oito classes de despesa que compõem o IPC-S tiveram alívio nas suas taxas. A maior contribuição para a desaceleração do índice como um todo partiu do grupo Saúde e Cuidados Pessoais, que inverteu o sinal e caiu 0,30%, de alta de 0,53% no fechamento de agosto. A variação foi puxada pelo item médico, dentista e outros, cuja taxa passou de alta de 0,55% para queda de 1,90%.

Também registraram desaceleração os grupos Comunicação (0,18% para 0,01%), puxado pelo item combo de telefonia, internet e TV por assinatura (0,34% para 0,0%); Despesas Diversas (0,50% para 0,38%), com alívio de serviços bancários (0,66% para 0,41%); e Habitação (0,54% para 0,53%), com decréscimo na taxa de tarifa de eletricidade residencial (1,05% para 0,80%).

As outras quatro classes de despesa do índice tiveram aumento nas suas taxas de variação. O grupo Alimentação acelerou de 0,80% para 1,07%, puxado por hortaliças e legumes (-5,30% para -3,55%). Também houve aceleração em Educação, Leitura e Recreação (0,05% para 0,30%), com passagem aérea (1,88% para 5,60%); Transportes (0,80% para 0,90%), puxado por tarifa de ônibus interurbano (-1,25% para 0,24%); e Vestuário (-0,45% para -0,34%), com aceleração de roupas (-0,60% para -0,50%).

Influências individuais

As principais influências para baixo sobre o IPC-S partiram de plano e seguro de saúde (0,61% para -2,40%); cebola (-18,10% para -23,58%); batata-inglesa (-14,17% para -11,78%), alho (-12,52% para -14,68%) e curso de ensino superior (-0,53% para -0,63%).

Na outra ponta, ajudaram a conter a desaceleração do índice a gasolina (2,67% para 2,69%), tomate (12,97% para 17,15%) e leite tipo longa vida (4,91% para 5,12%), além da passagem aérea e da tarifa de eletricidade residencial.

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