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Felipe Massa se revela conservador com investimentos e gastos

Crédito: Jose Cruz/Agencia Brasil

Último brasileiro de sucesso na Fórmula 1, Felipe Massa fez mais de US$ 110 milhões como piloto na categoria (Crédito: Jose Cruz/Agencia Brasil)

Razoavelmente arrojado nas pistas – Felipe Massa chegou ao vice-campeonato de Fórmula 1 em 2008 – o piloto brasileiro se revelou conservador nos investimentos e no controle da fortuna que fez dentro do automobilismo.



Em entrevista ao podcast “Mesa Para Quatro”, apresentado pelo ator Dan Stulbach e especialistas do mercado financeiro, Massa comentou que não costuma arriscar em investimentos que coloquem em risco o dinheiro que recebeu como piloto e que nunca gasta mais do que ganha.

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O piloto disse que nunca entendeu de finanças e investimentos, mas sempre controlou o quanto ganha, quanto gasta, onde gasta e como vai fazer para o dinheiro render. “Tenho alguns investimentos, como um restaurante em São Paulo. Também sou sócio da Yogoberry. Investi na Fórmula Futuro, espécie de categoria de base no Brasil para pilotos”, afirmou o piloto brasileiro.

Se arriscando no mercado, Massa investiu um pouco em Bitcoin, mas não conseguiu suportar o sobe e desce do mercado de criptomoedas, fator que o levou a retirar o que sobrou do aporte feito após perder metade do investimento inicial. Ele se arrependeu da movimentação e disse que poderia ter feito muito dinheiro com a moeda digital se tivesse tido paciência, já que ela voltou a subir pouco tempo depois.



Em 2019, a Forbes montou uma lista com os pilotos que mais ganharam dinheiro na Fórmula 1. Lewis Hamilton já era o piloto mais bem-pago da história, com mais de US$ 489 milhões recebidos entre 2007 e 2019. Massa e Rubens Barrichello, que correu na Ferrari antes de Massa, ficaram em 9° lugar no ranking da Forbes, cada um com US$ 110 milhões acumulados na carreira.

Apaixonado por carros, Massa também disse que comprar carros caros é como comprar uma obra de arte. “Hoje em dia, ter um carro especial é muito parecido com ter uma obra de arte, é um investimento que valoriza com o passar do tempo”, avaliou.

Até o início do ano, quando ainda morava no exterior, o piloto brasileiro mantinha duas Ferraris na garagem, os modelos F40 e LaFerrari, mas vendeu as máquinas quando se mudou para o Brasil por um valor mais alto do que o adquirido.


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