Economia

Feira de Turismo de Madri, 1ª após pandemia, prevê público de 100 mil

Feira de Turismo de Madri, 1ª após pandemia, prevê público de 100 mil

(Arquivo) Dois policiais observam entrada da Feira Internacional de Turismo, em Madri, em 24 de janeiro de 2019 - AFP/Arquivos

A Feira Internacional de Turismo de Madri (FITUR), uma das mais importantes do setor, prevê receber 100.000 pessoas de 60 países em sua edição de 19 a 23 de maio – anunciaram seus organizadores nesta quinta-feira (13).

Segundo eles, será “a primeira feira presencial” do setor turístico mundial desde a eclosão da pandemia da covid-19.

“O mundo está olhando para nós, porque, contra todos os prognósticos, apostamos em realizar presencialmente o maior encontro de negócios turísticos”, disse em entrevista coletiva José Vicente de los Mozos, presidente do comitê executivo do palácio de congressos IFEMA, onde será o evento.

O objetivo é “promover a recuperação do turismo”, um setor “vital” para a economia espanhola, acrescentou.

“A previsão de público para esta chamada está estimada em cerca de 50 mil profissionais nacionais e internacionais, de quarta a sexta-feira, e são esperadas outras 50 mil pessoas nos dias abertos ao público no fim de semana”, informou a organização em um comunicado.

De qualquer forma, o número de visitantes representa uma drástica queda em relação a 2019, quando 260 mil pessoas, entre elas 150 mil profissionais do setor, passaram por lá.

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Por precaução, a capacidade dos sete pavilhões usados para a feira, com área de 44.000 m2, será limitada a 50%.

“A FITUR vai ser a primeira experiência de mobilidade internacional segura depois de muitos meses de restrições”, acrescentou a organização, que espera receber cinco mil empresas dos cinco continentes.

Para permitir a entrada de visitantes de fora da União Europeia, o governo espanhol concedeu para este deslocamento o “status” de “viagem essencial”. Com isso, os profissionais puderam obter o visto, com sua entrada condicionada à apresentação de um teste PCR negativo feito nas 72 horas anteriores à chegada.

Os participantes deverão se submeter a novos testes durante as sessões, obrigação da qual o público em geral ficará isento.

O diretor-geral do IFEMA, Eduardo López-Puertas, justifica esta diferença pelo fato de os profissionais passarem o dia inteiro no local e terem várias reuniões em espaços confinados, enquanto o visitante costuma passar no máximo duas horas e se locomoverá pelos amplos pavilhões.

Também haverá vários eventos e discussões organizadas on-line.

Na primavera de 2020, parte do espaço do IFEMA, no norte da capital, foi transformado em um hospital de campanha para aliviar a pressão de pacientes nos hospitais de Madri, sobrecarregados pela pandemia. Esta área foi especialmente atingida pela primeira onda.

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