Fechamos um novo contrato! E agora?

Crédito: Savvas Stavrinos/Pexels

Conquistar contratos em série por anos subsequentes, com grandes players de mercado do segmento de atuação, não é tarefa fácil. Manter cada vínculo por longo prazo, com as entregas além da expectativa dos parceiros, isso sim corresponde a perpetuar o negócio de maneira sustentável e com sucesso (Crédito: Savvas Stavrinos/Pexels)



Um novo contrato é um meio e não um fim. A assinatura do vínculo corresponde a um momento de grande satisfação. Ele fecha o ciclo de negociações. Mas provoca o desenvolvimento de uma série de ações desafiadoras e que exigem planejamento, estratégia, engajamento, determinação e maturidade dos envolvidos. Pois é o foco no resultado e a credibilidade da companhia que estão em jogo!

Ao subir um degrau, você tem que estar preparado para a próxima ação. Óbvio, ao fazer uma proposta comercial é obrigatório considerar estrutura capaz de realizar as entregas almejadas, considerando as principais alavancas de estratégia, objetivos definidos e projetos a serem executados. E quando é tempo de colocar o novo negócio para rodar, o pontapé inicial passa pela alocação do time no projeto, mapeando os processos condizentes com a execução das demandas e atividades.

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Parece difícil? Mas existem trâmites essenciais, como a escolha das lideranças do projeto, a imersão no cliente, o entendimento de suas dinâmicas de trabalho e entregas, a definição de objetivos, metas e indicadores claros para o novo negócio, a interação dos times e das metodologias, a apresentação de soluções concretas e efetivas para dinamizar e potencializar a produtividade, a gestão das atividades e o monitoramento da performance, a correção de rotas, o acompanhamento de movimentos do mercado e da concorrência e o constante aprimoramento.




Isso se dá com excelência em ambientes nos quais existam métodos claros e foco no resultado, propiciando estratégias inteligentes, inovadoras e tecnológicas que impulsionam o engajamento das equipes. Alimentar liberdade com responsabilidade, senso de dono, orgulho por pertencer e meritocracia fazem com que os colaboradores se sintam parte real do novo negócio e atentos ao objetivo de fazê-lo realmente acontecer.

Nesse sentido, existem pontos que devem ser trabalhados no dia a dia da companhia. Densidade de talentos, comunicação simples, construtiva e não-violenta, abertura para feedbacks (tanto para colaboradores quanto para a gestão), oferta de treinamento e capacitação que gerem desenvolvimento e permitam o reconhecimento, como, por exemplo, com o uso de gamificações. É preciso incentivar e garantir aparatos de venda e pós-venda, acompanhando a performance.

Conquistar contratos em série por anos subsequentes, com grandes players de mercado do segmento de atuação, não é tarefa fácil. Chegar nesse nível significa fama. Manter cada vínculo por longo prazo, com as entregas além da expectativa dos parceiros, isso sim corresponde a perpetuar o negócio de maneira sustentável e com sucesso.


De fato, esses são grandes motivadores para caminhar para frente. Só que não é só isso: é importante desenvolver e conferir ferramentas para que os profissionais lidem com novos desafios, ao passo em que o negócio vai ganhando forma e crescendo.

Dessa maneira, e sempre com o foco na meritocracia, somos responsáveis por impulsionar a carreira de muitos profissionais, o que abre um leque de oportunidades para essas pessoas. Temos contribuições e responsabilidades significativas para a vida delas. E o mais satisfatório, a meu ver, é alinhar e conquistar esses dois objetivos, abrangendo tanto o crescimento dos negócios quanto das pessoas envolvidas no projeto! Esse é o verdadeiro sucesso!







Sobre o autor

Heverton Peixoto é CEO-Presidente da Wiz. Graduado em Engenharia Civil, com MBA em Corporate Finance no Insead, foi consultor da Mckinsey & Company de 2008 a 2013 em projetos estratégicos no mercado bancário e de seguros da América Latina.


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