Edição nº 1088 21.09 Ver ediçõs anteriores

Política

Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

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Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

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Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

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Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

Política

Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

Política

Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

Política

Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

Política

Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.


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    R$4,81500 +1,23%
  • Dow Jones
    26.571,70 -0,64%
  • Nasdaq
    7.983,7800 -0,04%
  • Londres
    7.458,41 -0,42%
  • Frankfurt
    12.350,80 -0,64%
  • Paris
    5.478,83 -0,28%
  • Madrid
    9.512,80 -0,81%
  • Hong Kong
    27.499,40 -1,62%
  • CDI Anual
    6,39% 0,00%

Economia

Com dólar alto, gastos dos brasileiros no exterior recuam quase 21%


Dívida pública federal avança 0,98% em agosto, para R$ 3,7 trilhões

Endividamento

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Tv Dinheiro

"Nunca saí da ponta. Mesmo CEO e agora presidente do conselho, mantive uma linha direta com o cliente e com as lojas”

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Oportunidade

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Petróleo sobe para nível mais alto em quatro anos

Após reunião da Opep

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Previsão da Selic no fim de 2018 permanece em 6,50% ao ano

Segundo Focus

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Montadora afirma que investirá R$ 28 bilhões em projetos de carros elétricos até 2022

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Incentivo

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Luxo

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Contrato foi assinado na manhã desta segunda-feira (24); grife italiana teve faturamento de R$ 3,2 bilhões em 2016

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Política

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Centrão já discute opção em 2º turno sem Alckmin

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Bolsonaro prepara ‘manifesto à Nação’

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Alckmin: ‘Eu não vou ser pau mandado de banqueiro’


Mundo


EUA nunca conseguirão levar nossas exportações de petróleo a zero, diz Irã

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Mianmar denuncia ‘interferência’ da ONU em crise dos rohingyas

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Rússia vai entregar sistemas antiaéreos S-300 ao Exército sírio

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EUA começam a aplicar tarifas sobre bens chineses

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Entrevista

Eduardo Giannetti da Fonseca

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"Os discursos econômicos dos candidatos que lideram as pesquisas são trágicos"

O economista mineiro e principal coordenador do plano econômico da candidata à Presidência Marina Silva, da Rede, tem engrossado o tom de voz ao criticar as propostas dos candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto


Economia


A economia em compasso de espera

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Nas pesquisas eleitorais, Bolsonaro (PSL) e Haddad (PT) avançam como favoritos ao segundo turno. Enquanto isso, empresários e consumidores colocam o pé no freio

Terceira via na Argentina?

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Problemas de Macri e Kirchner abrem espaço para um nome moderado nas eleições de 2019. O ex-ministro da Fazenda, Roberto Lavagna, é o favorito


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Camisaria Colombo: venda à vista?

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A Colombo fechou 200 lojas e diminuiu o mix de produtos. Com isso, pretende voltar ao lucro operacional neste ano e se prepara para uma nova negociação

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Iniciativas lideradas por empresários, como Carlos Wizard, e por companhias, como Ericsson e Carrefour, estão oferecendo novas oportunidades aos refugiados

A fusão indigesta da Sapore

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Diante do fracasso da união entre Sapore e IMC, seus executivos buscam alternativas para crescer


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Ao celebrar a batalha contra a pior crise econômica do País, executivos premiados na festa de as AS MELHORES DA DINHEIRO destacam a expectativa por reformas que abram caminho para o crescimento


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Depois de abalar o mundo no começo dos anos 2000, o Napster tenta se reinventar para voltar a brilhar em uma indústria que a própria companhia ajudou a criar


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Fundos poderão investir em criptomoedas

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Comissão de Valores Mobiliários libera aportes de fundos em moedas virtuais e investidores devem operar com mais segurança

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Sinônimo de exclusividade, a joalheria americana quer conquistar os millennials com preços mais acessíveis


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Não se esqueça do Congresso

Por Carlos Sambrana

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Você lembra em quem votou para deputado federal nas últimas eleições? Recorda qual foi o senador que escolheu?


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Gestão Ágil de Projetos

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Solução traz um novo panorama de eficiência na implantação de projetos nas empresas

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