Edição nº 1126 20.06 Ver ediçõs anteriores

Política

Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

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Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

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Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

Política

Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

Política

Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

Política

Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

Política

Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.

Política

Fake news afetam investigação sobre atentado a Bolsonaro, diz Jungmann

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira, 14, que montagens de vídeo, teorias conspiratórias e fake news envolvendo o atentado ao candidato do PSL a presidente nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, estão afetando as investigações. Segundo Jungmann, há muitas pistas espalhadas sobre o caso e todas estão sendo investigadas, o que afeta a conclusão da apuração policial.

“Toda e qualquer pista e informação estão sendo minuciosamente investigadas. Há um esforço para no mais curto tempo apresentar esses resultados”, disse. Jungmann esteve em São Paulo nesta sexta-feira para conhecer o programa Detecta, sistema de monitoramento de delitos com mais de três mil câmeras criado há 4 anos.

O ministro afirmou que a expectativa é apresentar os resultados da investigação sobre o atentado antes do 1º turno (dia 7 de outubro), mas evitou cravar um prazo. A polícia abriu um inquérito contra Adelio Bispo, de 40 anos, que foi preso após confessar ter esfaqueado Bolsonaro. O governo avalia a possibilidade de abertura de um segundo inquérito caso haja necessidade de mais esclarecimentos.

“Minha esperança é que hoje tivéssemos isso (os resultados e a definição da necessidade de um 2º inquérito). Mas você tem as mídias, os dados, as informações do agressor, e depois todas essas pistas que você vê espalhadas por aí”, afirma Jungmann. Segundo ele, dois vídeos divulgados virtualmente já foram verificados como falsos. Em um deles, uma mulher teria aparecido entregando uma faca ao agressor. Segundo Jungmann, a mulher do vídeo é, na verdade, uma policial. Outro vídeo de um homem dando um soco em Bolsonaro naquela tarde do ataque também é montagem.

“Fica o tempo inteiro… Qualquer coisa que aparece imediatamente se vai para uma teoria conspiratória. A nossa postura é: qualquer coisa que aparece, a gente investiga. É o chamado fake news. Fake news é a negação da verdade e representa uma ameaça à democracia”. O ministro diz ainda que as fake news criam “verdades alternativas”: “Quando o fake news vem, ele estabelece uma verdade alternativa. Desvia as pessoas, cria fatos e gera comoção.”

Logo após a facada em Bolsonaro e a prisão de Adelio, o círculo político mais próximo ao presidenciável passou a colocar em dúvida a tese de que o criminoso agiu sozinho – a mais forte até agora na investigação da PF.

Os simpatizantes de Bolsonaro promoviam uma caçada à identidade de pessoas que apareciam nos vídeos gravados no momento do ataque, distribuídos por redes sociais e aplicativos como Facebook, WhatsApp e Twitter e a plataforma Reddit, espécie de fóruns para colagem de conteúdo sobre um mesmo assunto. O auge da ação ocorreu entre sexta-feira e a segunda-feira passadas.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo informou, a Polícia Federal tem se preocupado com uma espécie de apuração coletiva informal, realizada na internet por apoiadores do candidato à Presidência nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL), para apontar envolvidos no atentado a faca sofrido pelo deputado.

A “caçada virtual” levou pessoas apontadas erroneamente como “suspeitas” a denunciarem o caso às autoridades. Essa movimentação em busca de culpados causou apreensão também entre integrantes da campanha, que vieram a público pedir cautela. O objetivo é evitar que pessoas sem vínculo com o atentado, entre eles um segurança do candidato, virassem alvo de agressões.

Por meio de nota, a PF orientou que relatos sobre crimes devem ser feitos preferencialmente de forma presencial nas delegacias e que outra opção é a ouvidoria do órgão na internet.

Após o ataque a Bolsonaro, o único candidato que solicitou segurança à PF foi Fernando Haddad (PT), oficializado candidato esta semana. O governo federal fará uma análise de risco para determinar a equipe. “Mas ele terá pelo menos 25 agentes federais”, afirma o ministro.

O ministro se reuniu nesta sexta com o secretário-adjunto da Segurança Pública, Sérgio Turra Sobrane, que apresentou o funcionamento do Detecta. O governo federal estuda incorporar o modelo do sistema paulista de monitoramento do crime ao Serviço Único da Segurança Pública (SUSP). Na próxima segunda-feira, 17, em Brasília, será apresentado um conselho que vai atuar no SUSP, a nova política nacional de segurança pública. O objetivo é unificar a base de dados das polícias, integrando nacionalmente as forças policiais.


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Criptomoeda do Facebook apresenta riscos ao sistema bancário internacional

Entrada das bigtechs no mercado financeiro pode prejudicar a estabilidade econômica mundial ao reduzir a concorrência e apresentar riscos de vazamento de dados, afirma relatório

Confira vagas em concursos públicos com salário de até R$ 28,8 mil

oportunidades

Confira vagas em concursos públicos com salário de até R$ 28,8 mil

Existem oportunidades em concursos públicos para várias áreas de atuação e nível educacional, desde o ensino fundamental até o superior, em diversos estados

Defesa de Lula alega idade e prioridade ao pedir manutenção de julgamento no STF

Ex-presidente

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O Magazine Luiza vai conseguir lucrar com o investimento na Netshoes?

rede varejista

O Magazine Luiza vai conseguir lucrar com o investimento na Netshoes?

A rede comandada por Frederico Trajano tem o desafio de integrar suas operações a um e-commerce que só deu prejuízo e justificar uma aquisição de US$ 115 milhões

Bilionários dos EUA pedem maiores impostos para eles mesmos

taxação para fortunas

Bilionários dos EUA pedem maiores impostos para eles mesmos

Documento defende que tributação aos mais ricos seja aplicada no combate ao aquecimento global, construção de creches e investimentos na saúde e educação


Finanças


Ibovespa tem alta de 0,05% e renova recorde, aos 102.062,33 pontos

Mercado financeiro

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Dólar fecha praticamente estável na expectativa por agenda carregada da semana

Câmbio

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Blogs e Colunas

Operação Vino Veritas desarticula esquema de sonegação na importação de vinhos

O Mundos dos Vinhos

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A importadora Orion Vinhos, conhecida por trazer vinhos baratos para o mercado, revela a necessidade de mudarmos a maneira de tributar brancos e tintos


Negócios e Tecnologia


Coca-Cola faz parceria com chinesa para patrocinar Olimpíadas até 2032

marketing esportivo

Coca-Cola faz parceria com chinesa para patrocinar Olimpíadas até 2032

Acordo com a Mengniu Dairy não teve valor divulgado, mas pode chegar a US$ 3 bilhões; contrato também prevê marketing nas edições dos jogos de inverno, Paralimpíadas e Olimpíadas da Juventude

Michael Klein: o visionário do varejo

via varejo

Michael Klein: o visionário do varejo

Michael Klein assume o controle da VIA VAREJO e volta a dar as cartas na empresa fundada por seu pai. O desafio agora é usar o tino comercial da família no admirável mundo novo do omnichannel


Internacional


Executiva de Huawei pede para Canadá rejeitar extradição aos EUA

Justiça

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Apesar de marasmo, palestinos não compram projeto americano de crescimento

Economia

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Mudança climática, mesmo que moderada, aumentará demanda global de energia

Meio ambiente

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Irã diz que exército americano não tem o que fazer no Golfo

Tensão

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Entrevista

JAIME ANCHÚSTEGUI, CEO DA GENERALI

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"Temos € 500 bi para investir. O Brasil está nos planos"

A seguradora italiana Generali está concluindo um ambicioso processo de reestruturação. Ela investiu € 1 bilhão nos últimos três anos para tornar os processos mais tecnológicos e eficientes. Agora, a meta é crescer 25% até 2021, apostando na Ásia e na América Latina. E o Brasil está no topo da agenda, diz Jaime Anchústegui, CEO Internacional da companhia.


Economia

Governo chinês tenta aumentar controle sobre Hong Kong

Cerco

Governo chinês tenta aumentar controle sobre Hong Kong

Tentativa do governo chinês de aumentar o controle sobre o território semiautônomo é recebida com protestos e põe em xeque o futuro da região

Governo teme novas desidratações na Previdência

Reforma

Governo teme novas desidratações na Previdência

Novas derrotas do Executivo no Congresso aumentam temor de que haja ainda mais desidratações na reforma da Previdência e atrasam a retomada do crescimento

Teremos um novo pré-sal do gás brasileiro?

Petrobras

Teremos um novo pré-sal do gás brasileiro?

Reservas encontradas no Nordeste podem reduzir o preço pela metade, mas exploração exige investimentos altos e obrigará Petrobras a buscar parceiros


Mercado digital

Monges lançam e-commerce para democratizar vendas e controlar preços de uma das melhores cervejas do mundo

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Na abadia de Saint-Sixtus, na Bélgica, 19 monges fazem a aclamada Westvleteren 12


Editorial

O gás que faltava

Por Carlos José Marques

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O gás que faltava

Após o lote de revezes econômicos e as más notícias em cascata, eis que a confirmação de uma extraordinária descoberta de poços de gás natural em Sergipe e Alagoas, no maior anúncio desde o pré-sal em 2006, vem reabilitar os ânimos da população.


Finanças


Facebank? Zuckerberg anuncia moeda que poderá circular entre os 2,3 bilhões de usuários da rede social

Libra

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Empresa de Mark Zuckerberg anuncia moeda que poderá circular entre os 2,3 bilhões de usuários de sua rede social. Perspectiva gera reações negativas de políticos e de autoridades econômicas

Cenário internacional levou Ibovespa aos 100.303 pontos

Mercado financeiro

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IPOs como o da Neonergia devem gerar R$ 23 bilhões em ações à venda

Energia no pregão

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Financiamento

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Semana

OMC critica subsídio americano à agricultura

Resumo dos fatos

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China, União Europeia e outros cinco membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) criticaram o subsídio do governo Trump aos fazendeiros americanos


Negócios

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Varejo

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Varejista de móveis quer conquistar consumidores das classes A e B com o resgate da marca que ficou tradicionalmente conhecida por suas lojas de departamentos na capital paulista

Cargo X: o aplicativo dos caminhoneiros

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Para profissionalizar um mercado ainda carente de investimentos, a Cargo X redobra a sua atenção às transportadoras pequenas e médias


Estilo


Hotel Le Meurice é uma atração à altura dos grandes monumentos da capital francesa

Luxo

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Com 29 acomodações recém-restauradas, o icônico Le Meurice, na Rue de Rivoli, é uma atração à altura dos grandes monumentos da capital francesa

A mais premiada estação de esqui dos EUA combina belezas naturais e esportes de neve

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Vizinha dos Parques Nacionais de Yellowstone e Grand Teton, a mais premiada estação de esqui dos Estados Unidos combina belezas naturais, ares de velho oeste e excelentes pistas para os esportes de neve


Colunas


A gente não quer só salário

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James Delivery já responde por 40% dos pedidos on-line do GPA

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Barco-hospital leva atendimento médico a comunidades ribeirinhas

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O alto custo da paz

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Artigo

A falsa inocência dos influenciadores

Por Edson Aran

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A “nova mídia” é desbalanceada, parcial, panfletária e muitas vezes politicamente radical. Na sua pior versão, é uma fábrica de fake news para confirmar “narrativas” políticas tão ficcionais quanto a novela das nove.


Premiação

Abertas as inscrições para o prêmio AS MELHORES DA DINHEIRO 2019

ranking setorial

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A 16ª edição reconhecerá as empresas que se destacaram nas suas áreas de atuação

Inovações na Digital Agro ampliam produção

Digital Agro apresenta:

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Entre 11 e 13 de junho, feira voltada à tecnologia no campo vai discutir integração de soluções para aumento de resultados

Plataforma Robbyson: uma nova forma de gerir, reconhecer e engajar para bons resultados

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Tenho um bom número de pessoas para gerir, muitos deles são Millennials, conectados, ágeis, com universo e linguagens próprios. E agora?