Edição nº 1129 12.07 Ver ediçõs anteriores

Facebook sem crise

Facebook sem crise

Foram necessários apenas três meses para que o Facebook não apenas se recuperasse da maior crise de sua história, mas também voltasse a colocar um sorriso no rosto do CEO Mark Zuckerberg e dos investidores da companhia. Na segunda-feira 18, a empresa de Menlo Park, na Califórnia, viu suas ações subirem 1,26% e serem negociadas por US$ 199,58 cada. Com isso, o Facebook passou a ter valor de mercado de US$ 576,2 bilhões, o maior desde que abriu capital, em 2012. Mais do que bater recordes, os resultados financeiros mostram que a companhia não se abateu pelo escândalo do uso indevido de dados revelado em março. Na época, a empresa foi acusada de ter permitido que a consultoria britânica Cambridge Analytica capturasse informações de mais de 87 milhões de usuários da rede social e as usasse para tentar manipular as eleições americanas e o referendo do Brexit, o que fez o valor de mercado da companhia cair de US$ US$ 537 bilhões para US$ 442 bilhões.

(Nota publicada na Edição 1075 da Revista Dinheiro)


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Informação online

(Nota publicada na Edição 1129 da Revista Dinheiro)

US$ 500.000

Este é o valor do prejuízo causado por hackers a cerca de 900 clientes da rede 7-Eleven Japan por meio de ataque a um aplicativo de pagamentos recém-lançado pela empresa. O serviço foi suspenso e os clientes serão ressarcidos. (Nota publicada na Edição 1129 da Revista Dinheiro)

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