Finanças

Europa: bolsas operam com ganhos, com dados e chance de estímulo nos EUA no radar

As praças europeias operam em território positivo na manhã desta quinta-feira, com investidores atentos a vários indicadores divulgados mais cedo. Além disso, a perspectiva de mais estímulo fiscal nos Estados Unidos ajuda o humor, embora não existam garantias de que isso se concretizará. Outro ponto importante no dia é a negociação entre União Europeia e Reino Unido, que continua a mostrar dificuldades, o que penaliza a libra.

O índice pan-europeu Stoxx 600 subia 0,44%, a 362,68 pontos, perto das 7h (de Brasília). Avanços vistos ontem na busca por um acordo bipartidário por mais estímulo fiscal nos Estados Unidos ajudam o humor. O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, disse na noite de ontem que ainda não há acordo, mas o otimismo dos investidores aumentou, diante de sinalizações recentes dos dois lados.

Na agenda de indicadores, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria da zona do euro subiu a 53,7 em setembro, como previsto pelos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal. Já o PMI da indústria da Alemanha avançou a 56,4 em setembro, mas ficou abaixo da previsão de 56,6 dos analistas, o que chegou a pressionar a Bolsa de Frankfurt. No Reino Unido, o PMI da indústria caiu a 54,1 em setembro, ante expectativa de 54,3.

As dificuldades no diálogo entre o governo britânico e a União Europeia também estão em foco, tendo provocado mínimas na libra mais cedo. A UE enviou hoje notificação formal sobre o que considera a violação do acordo já fechado entre as partes no Brexit. Analistas veem crescentes dificuldades para se conseguir um acordo comercial.

Além disso, a disseminação da covid-19 e o risco de mais restrições à circulação continuam no radar. Entre ações em foco, Bayer recuava 10,67% em Frankfurt, após emitir projeções futuras piores do que as anteriores.

Às 6h59 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,83%, Frankfurt avançava 0,11% e Paris, 0,68%. Milão operava em alta de 0,77%, Madri subia 0,26% e Lisboa tinha alta de 1,01%. No câmbio, o euro subia a US$ 1,1749 e a libra recuava a US$ 1,2851. (Com informações da Dow Jones Newswires).

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