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EUA afirma que Armênia aceitou uma trégua, mas Azerbaijão “ainda não”

EUA afirma que Armênia aceitou uma trégua, mas Azerbaijão “ainda não”

O Ministro das Relações Exteriores da Armênia, Zohrab Mnatsakanyan (L), se reúne com o Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, para discutir o conflito em Nagorno-Karabakh, no Departamento de Estado em Washington, DC, em 23 de outubro de 2020. - POOL/AFP

Os Estados Unidos convenceram a Armênia a aceitar um cessar-fogo no conflito de Nagorno Karabakh e tenta agora convencer o Azerbaijão a fazer o mesmo, revelou neste domingo (25) o assessor de segurança nacional de Donald Trump, Robert O’Brien.

“A pedido do presidente, passamos todo o fim de semana” tentando “fazer a paz entre a Armênia e o Azerbaijão”, declarou O’Brien à emissora CBS.

“A Armênia aceitou um cessar-fogo. O Azerbaijão por enquanto não. Estamos tentando convencê-los a aceitar”, confirmou, sem dar mais detalhes.

Em uma reunião no estado de New Hampshire, e depois de ter se destacado por seus esforços diplomáticos para promover a paz em várias regiões do mundo, Donald Trump, candidato à reeleição nas eleições de 3 de novembro, declarou: “E agora temos a Armênia”.

“São pessoas incríveis, lutam como diabos”, acrescentou. “Mas vamos conseguir algo”, garantiu o presidente à multidão. “Os problemas que eles têm, as mortes, as guerras e tudo mais, isso nós vamos solucionar, vai ser fácil”, garantiu, também sem dar mais explicações.

Os Estados Unidos fazem parte, junto com a França e a Rússia, do Grupo de Minsk, criado há anos pela Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) para ser o principal mediador do conflito.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, encontrou-se separadamente com os homólogos da Armênia e do Azerbaijão na sexta-feira, insistindo que “ponham um fim à violência” para “proteger os civis”.

Alguns dias antes, o chefe da diplomacia do país norte-americano havia dito que esperava que a Armênia pudesse “defender-se” contra o Azerbaijão, dando a impressão de que estava apoiando uma das partes do conflito.

Os dois países se acusam mutualmente de atacar a população civil desde o início das hostilidades, em 27 de setembro, nesta região montanhosa do Azerbaijão que é controlada por separatistas armênios apoiados por Yerevan.

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