Giro

Estudante cria fusca movido à base de energia solar e eólica com sucata

Crédito: Reprodução/Redes Sociais

O estudante de engenharia passou um ano adaptando os materiais doados no veículo. O carro ainda vem com um GPS que ajuda a monitorar seu funcionamento. (Crédito: Reprodução/Redes Sociais)

O estudante de engenharia da Universidade Obagemi Awolowo, na Nigéria, passou um ano adaptando os materiais doados por amigos e familiares no veículo sustentável. Ele teve esta ideia após se conscientizar mais sobre as emissões de dióxido de carbono, que prejudicam gradualmente o clima, os ecossistemas e a agricultura. Sendo assim, seu projeto pessoal visa mudar o mundo e, quem sabe, salva-lo à longo prazo.

O carro ainda vem com um GPS que ajuda a monitorar seu funcionamento. O projeto é uma ótima solução para o mercado, pois se sustenta com base nos recursos naturais, sendo que a junção de ambas energias, solar e eólica, se complementam. O painel solar fica no topo do Fusca, enquanto a turbina eólica fica sob o capô.

+ Ford produz perfume com cheiro a combustível para donos de carros elétricos saudosos

Dr. John Preston, diretor do departamento de Engenharia Física da Universidade de McMaster e orientador acadêmico para a equipe de carro solar da escola, diz que nunca viu nada parecido engenhoca de Oyeyiola, que também vem com um aplicativo de GPS que monitora a saúde do carro. “Se você pudesse encontrar uma maneira de usar tanto a eólica ea solar no mesmo veículo, que seria uma coisa maravilhosa”, disse ele. “Usando a eólica ea solar significa que você não tem que dirigir apenas durante o dia. Se ele figurou uma maneira de fazê-lo, isso seria bastante notável.”



Não só Oyeyiola instalar um painel solar gigante no topo do Beetle; Ele também inseriu uma turbina eólica sob o capô. Como explica Preston, que permite que o ar flua para a grade, enquanto o carro está em movimento, posteriormente transformando rotores da turbina e carregar a bateria na parte de trás do carro. Oyeyiola também construiu um forte sistema de suspensão para lidar com o peso da própria bateria.

Não é perfeito. A bateria leva de quatro a cinco horas para carregar, mas Oyeyiola diz que está trabalhando nisso. Os maiores desafios, segundo ele, veio de encontrar os melhores materiais a utilizar, e as pessoas dizendo que ele estava perdendo tempo.

Essa última parte não parece que vai parar Oyeyiola, que quer criar carros a energia solar e energia eólica que se aproveitam do clima quente da Nigéria, ensolarado. Quando lhe pergunto o que vai acontecer com o carro depois que ele termina seus últimos finais em 15 de maio, sua resposta é simples e direta: “Manter a melhorar nele, até que se torne carro do futuro da Nigéria.”

Veja também
+ Até 2019, havia mais gente nas prisões do que na bolsa de valores do Brasil
+ Geisy reclama de censura em rede social: “O Instagram tá me perseguindo”
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Nicole Bahls já havia sido alertada sobre infidelidade do ex-marido
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Chef playmate cria receita afrodisíaca para o Dia do Orgasmo
+ Mercedes-Benz Sprinter ganha versão motorhome
+ Anorexia, um transtorno alimentar que pode levar à morte
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Yasmin Brunet quebra o silêncio
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago