Edição nº 1129 12.07 Ver ediçõs anteriores

Está estressado?

Está estressado?

A polêmica de um suposto ato de sabotagem na Tesla ganhou um novo capítulo nesta semana. Depois de ter sido acusado por Elon Musk, CEO da montadora americana, de ter vazado informações sigilosas da empresa para terceiros, o ex-técnico da Tesla, Martin Tripp, resolveu se manifestar. De acordo com ele, além de Musk ter mentido sobre o caso, a Tesla reutilizou baterias que deveriam ter sido jogadas no lixo. Entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões em componentes descartados foram incorporados indevidamente nos veículos da empresa, incluindo, até mesmo, peças que estavam perfuradas e que foram consertadas com cola. Tripp afirmou que tentou informar a seus superiores diretos e à Musk sobre o caso, mas não foi ouvido. “A Tesla usou táticas abusivas e realizou campanhas difamatórias no esforço de enterrar as informações desconcertantes que Martin Tripp teve acesso como funcionário da Tesla para desacreditá-lo perante o público em geral”, disse Robert Mitchell, advogado de Tripp, ao site americano Business Insider. A Tesla não se manifestou sobre o caso.

 

Vá surfar!

Enquanto enfrenta polêmicas e problemas na produção de seus carros, Elon Musk investe em negócios bem diferentes. O mais recente produto lançado pela Tesla, por exemplo, é uma prancha de surf. Em edição limitada e com apenas 200 unidades fabricadas, a prancha da montadora teve todas as suas unidades vendidas na internet, poucas horas após o lançamento, na segunda-feira 30. Desenhada em parceria com a empresa Lost Surfboards, ela custa US$ 1,5 mil, o dobro da média do mercado, e não traz grandes diferenciais em relação às de marcas tradicionais do ramo, como Ripcurl e JS. Vale lembrar que esse não é o primeiro produto “diferente” que Musk produz. Suas empresas já lançaram roupas, canecas e até mesmo um lançador de chamas.

(Nota publicada na Edição 1081 da Revista Dinheiro)


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Informação online

(Nota publicada na Edição 1129 da Revista Dinheiro)

US$ 500.000

Este é o valor do prejuízo causado por hackers a cerca de 900 clientes da rede 7-Eleven Japan por meio de ataque a um aplicativo de pagamentos recém-lançado pela empresa. O serviço foi suspenso e os clientes serão ressarcidos. (Nota publicada na Edição 1129 da Revista Dinheiro)

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