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Empresa contrata mães solteiras para a produção de maconha para fins medicinais

Crédito: Divulgação

Patricia Santiago é uma das pessoas viu sua vida mudar com o emprego. Com 37 anos de idade, e mãe de dois filhos, há três anos atua na Clever Leaves (Crédito: Divulgação)

A maconha tem sido usada por muitas pessoas para fins medicinais. De olho neste mercado cada vez mais crescente e com o intuito contribuir socialmente, a Clever Leaves conta com 228 mulheres na produção da planta com contrato de trabalho em tempo integral na Colômbia. Tendo em vista que 52 delas desempenham o papel de mães chefes de família.

A empresa, fundada na Colômbia, onde mantém uma fábrica, e com sede no Canadá, está listada na Nasdaq. Dentro de um segmento que ganha cada vez mais espaço no mercado mundial, a Clever Leaves encerrou 2020 com receita de US$ 12,1 milhões, avanço de 55% sobre o resultado de 2019.

O lucro bruto passou de US$ 3,1 milhões para US$ 7,4 milhões, na mesma comparação anual, e as perdas líquidas reduziram de US$ 46 milhões para US$ 36,7 milhões.

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Com a força de US$ 205 milhões de investimentos que recebeu desde o nascimento, em 2016, a companhia está convicta de que pode contribuir para a sociedade. E a contratação 139 mulheres somente no cultivo, na cidade rural de Pesca, no departamento de Boyacá, na Colômbia, é um dos passos para este objetivo.

Além de contribuir com empoderamento feminino e aumentar o bem-estar e a segurança de seus funcionários, a companhia esclarece, por meio de nota, que pretendem promover o desenvolvimento pessoal e profissional.

Patricia Santiago é uma das pessoas viu sua vida mudar com o emprego. Com 37 anos de idade, e mãe de dois filhos, há três anos atua na Clever Leaves. Deu inícios em suas atividades na empresa no cultivo da planta e, recentemente, foi promovida. Atualmente colabora no refeitório, no atendimento aos visitantes que vêm à fazenda e está aprendendo trabalhos administrativos.

A condição dessas trabalhadoras é identificada por psicólogos internos ao falarem da formação de seus familiares nas entrevistas de seleção e quando estão fazendo seu cadastro no processo de cadastro previdenciário.

“Essa situação tem permitido à empresa focar os esforços no desenho de atividades de bem-estar para suas famílias, oferecendo capacitação técnica para seu futuro desenvolvimento e promovendo um programa de empoderamento feminino”, destaca a empresa, por meio de nota.

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