Negócios

Em meio à crise com Galaxy Fold, Samsung registra 60% de queda nos lucros

Gigante sul-coreana reportou lucro operacional de US$ 5,3 bilhões, contra US$ 13,4 bilhões registrados nos três primeiros meses de 2018

Em meio à crise com Galaxy Fold, Samsung registra 60% de queda nos lucros

A Samsung divulgou queda de 60% do lucro no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Em nota divulgada aos investidores nesta terça-feira (30), a gigante sul-coreana reportou lucro operacional de US$ 5,3 bilhões, contra US$ 13,4 bilhões registrados nos três primeiros meses de 2018. As vendas também tiveram baixas de 14%, somando US$ 45 bilhões.

O tombo já era esperado pelos executivos da empresa desde o início deste mês. Este foi o pior trimestre para a Samsung desde 2016, quando a empresa atravessava a crise criada pelas explosões das baterias do Galaxy Note 7.

A empresa justificou os resultados pela estagnação no mercado de smartphones e queda na demanda por chips de memória.  A companhia é a líder no mercado e também é uma das principais fornecedoras de peças para outras empresas, inclusive a rival Apple, sofrendo nas duas frentes de atuação. A desaceleração do mercado atingiu 4% no ano passado, com expectativa de queda ainda maior neste ano, afirmou a empresa de análise de mercado IDC.

A empresa também foi impactada pela repercussão negativa do Galaxy Fold, o primeiro smartphone dobrável produzido em larga escala, antes mesmo de ele ser lançado no mercado. O aparelho deveria ter chego as lojas na última sexta-feira (26), porém, a ação foi cancelada depois que analistas que usaram previamente o aparelho relataram uma série de problemas.



Em nota, a Samsung afirmou que avaliará os problemas e que uma nova data de estreia deve ser divulgada nas próximas semanas.

Apesar da maré negativa, a Samsung anunciou na semana passada um plano ambicioso para desbancar a Qualcomm e Intel e se tornar a maior fabricante de chips e processadores do mundo nos próximos 10 anos. A empresa coreana pretende investir US$ 116 bilhões para o projeto, que planeja criar 1.500 vagas de pesquisa e produção até 2030.

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