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Efeitos secundários da 2ª dose da vacina são piores, mas isso é um bom sinal

Crédito: Reprodução/Unsplash

São a prova de que o sistema imunitário está preparando uma resposta e que assim estará melhor preparado para combater uma infeção (Crédito: Reprodução/Unsplash)

Num estudo recente, um grupo de investigadores do King’s College de Londres concluiu que, apesar de os efeitos secundários da vacinação não serem preocupantes, eles são mais acentuados na segunda dose da vacina.

Nesta dose, mais pessoas sentiram dores, febre, dores de cabeça ou arrepios, segundo os dados recolhidos pela sua aplicação. Ao longo destes últimos dias, relatos semelhantes tem se multiplicado e pesquisadores de todo o mundo afirmam que os efeitos secundários na segunda dose não só são mais comuns, como mais intensos.

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No entanto, a ciência afirma que não há razões para preocupação – há uma explicação lógica para os efeitos secundários da segunda dose, que já começou a ser administrada em diversos países, inclusive no Brasil.



Os efeitos secundários após a vacinação são, em geral, esperados. Na verdade, são a prova de que o sistema imunitário está preparando uma resposta e que assim estará melhor preparado para combater uma infeção se o corpo entrar em contato com o vírus. Assim, é provável que a segunda dose da vacina tenha efeitos secundários mais fortes, uma vez que esta traz consigo o impacto da primeira dose.

Com a segunda injeção, o nosso sistema imunitário já reconhece o “ataque” e começa a levá-lo ainda mais a sério. Este ato de repetição do nosso corpo, por muito desconfortável que possa ser – com febre, dores de cabeça ou arrepios – é sinal que este está a solidificar as suas defesas contra o vírus da Covid-19.

Assim, há que ter em conta que este segundo ataque mais violento é bom sinal – significa que o sistema imunitário está respondendo devidamente, ao memorizar as características do pico de proteína do coronavírus. Essa é também a razão pela qual uma segunda dose é tão importante, explicou a imunologista Mark Slifka à revista The Atlantic: “Apesar de a primeira dose estimular a imunidade do sistema, a segunda injeção relembra as células B e T de que a ameaça do coronavírus não deve ser tratada de forma leve, assegurando uma reposta rápida e forte dos agentes de imunidade em futuras ocasiões.”

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