Giro

É necessário ampliar as medidas restritivas em São Paulo, diz SPI 

Crédito: Arquivo / Agência Brasil

A entidade explica que as novas variantes do coronavírus têm mecanismos de disseminação mais efetivos (Crédito: Arquivo / Agência Brasil)

Com o aumento de casos de covid-19 em São Paulo, a Sociedade Paulista de Infectologia (SPI) acredita ser necessário ampliar as medidas restritivas no estado. A entidade explica que as novas variantes do coronavírus têm mecanismos de disseminação mais efetivos e podem escapar da resposta imune induzida pelas vacinas.

“As novas variantes em circulação, a falta de um programa de vacinas efetivo, o cansaço frente às medidas de prevenção e o negacionismo enraizado em segmentos críticos da nossa sociedade, sobretudo político e econômicos, configuram uma real ameaça à nossa vida”, ressalta a SPI, em nota.

+ Postos de vacinação em São Paulo têm filas de veículos

Para a SPI, as medidas de controle do Plano São Paulo, estabelecidas pelo governo do estado para conter a pandemia, não são insuficientes para reduzir a transmissão do vírus. A última reclassificação do plano, que divide o estado em fases, foi feita nesta sexta-feira (26). 

“Essas medidas requerem restrições maiores a serviços não essenciais em regiões do Estado sem acometimento crítico pela pandemia, e lockdown com toque de recolher prolongado naquelas que se encontram próximas ao colapso assistencial. Cada medida isoladamente impacta a cadeia de transmissão”, finaliza a entidade.

Veja também

+ Carreira da Década - Veja como ingressar na carreira que faltam profissionais, mas sobram vagas
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel