Finanças

Dólar amplia queda com Selic no foco, mas covid e política são contraponto

O dólar passou a oscilar mais perto da estabilidade. Há pouco, exibia viés de baixa, cotado a R$ 5,5123 (-0,09%) no mercado à vista, após registrar nova mínima a R$ 5,5001 (-0,32%).

O gerente de câmbio da corretora Ourominas, Mauriciano Cavalcante, diz que o dólar está volátil, após ter subido ontem, e um viés de baixa passou a prevalecer pela interpretação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), com quase 100% de certeza de alta de 0,75 ponto, no mínimo, mas o mercado fala em avanço de até 1%, que pode melhorar a atratividade de capitais do País.

“O que está impedindo uma queda maior é a cautela com a gravidade da pandemia de covid-19 no Brasil e os atrasos na definição do orçamento de 2021, que gera dúvidas sobre o cumprimento do teto de gastos do governo, e no andamento das reformas no Congresso”, afirma a fonte. “Há grande chance de uma recessão no País no curto prazo”, prevê. A alta do dólar no exterior com a cautela em relação a uma terceira onda de covid-19 na Europa ajuda ainda a conter a queda frente o real, afirma.

Às 10h48, o dólar para abril estava a R$ 5,5110 (+0,03%0, após cair à mínima a R$ 5,5015 (-0,15%).

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